segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Miguel Esteves Cardoso - Diz-me onde moras...


"Um dos grandes problemas da nossa sociedade é o trauma da morada. Por exemplo, há uns anos, um grande amigo meu, que morava em Sete Rios, comprou um andar em Carnaxide.Fica pertíssimo de Lisboa, é agradável, tem árvores e cafés. Só tinha um problema. Era em Carnaxide.Nunca mais ninguém o viu. Para quem vive em Lisboa, tinha emigrado para a Mauritânia!
Acontece o mesmo com todos os sítios acabados em -ide, como Carnide e Moscavide. Rimam com Tide e com Pide e as pessoas não lhes ligam pevide. Um palácio com sessenta quartos em Carnide é sempre mais traumático do que umas águas-furtadas em Cascais. É a injustiça do endereço. Está-se numa festa e as pessoas perguntam, por boa educação ou por curiosidade, onde é que vivemos. O tamanho e a arquitectura da casa não interessam. Mas morre imediatamente quem disser que mora em Massamá, Brandoa, Cumeada, Agualva-Cacém, Abuxarda, Alformelos, Murtosa, Angeja. ou em qualquer outro sítio que soe à toponímia de Angola. Para não falar na Cova da Piedade, na Coina, no Fogueteiro e na Cruz de Pau. (...)
Ao ler os nomes de alguns sítios - Penedo, Magoito, Porrais, Venda das Raparigas, compreende-se porque é que Portugal não está preparado para entrar na Europa.
De facto, com sítios chamados Finca Joelhos (concelho de Avis) e Deixa o Resto (Santiago do Cacém), como é que a Europa nos vai querer integrar? Compreende-se logo que o trauma de viver na Damaia ou na Reboleira não é nada comparado com certos nomes portugueses. Imagine-se o impacto de dizer "Eu sou da Margalha" (Gavião) no meio de um jantar.
Veja-se a cena num chá dançante em que um rapaz pergunta delicadamente "E a menina de onde é?", e a menina diz: "Eu sou da Fonte da Rata" (Espinho).
E suponhamos que, para aliviar, o senhor prossiga, perguntando "E onde mora, presentemente?", Só para ouvir dizer que a senhora habita na Herdade da Chouriça (Estremoz).
É terrível. O que não será o choque psicológico da criança que acorda, logo depois do parto, para verificar que acaba de nascer na localidade de Vergão Fundeiro? Vergão Fundeiro, que fica no concelho de Proença-a-Nova, parece o nome de uma versão transmontana do Garganta Funda.
Aliás, que se pode dizer de um país que conta não com uma Vergadela (em Braga), mas com duas, contando com a Vergadela de Santo Tirso? Será ou não exagerado relatar a existência, no concelho de Arouca, de uma Vergadelas?
É evidente, na nossa cultura, que existe o trauma da "terra". Ninguém é do Porto ou de Lisboa. Toda a gente é de outra terra qualquer. Geralmente, como veremos, a nossa terra tem um nome profundamente embaraçante, daqueles que fazem apetecer mentir.
Qualquer bilhete de identidade fica comprometido pela indicação de naturalidade que reze Fonte do Bebe e Vai-te (Oliveira do Bairro). É absolutamente impossível explicar este acidente da natureza a amigos estrangeiros ("I am from the Fountain of Drink and Go Away..."). Apresente-se no aeroporto com o cartão de desembarque a denunciá-lo como sendo originário de Filha Boa. Verá que não é bem atendido. (...) Não há limites. Há até um lugar chamado Cabrão, no concelho de Ponte de Lima !!!
Urge proceder à renomeação de todos estes apeadeiros. Há que dar-lhes nomes civilizados e europeus, ou então parecidos com os nomes dos restaurantes giraços, tipo : Não Sei, A Mousse é Caseira, Vai Mais um Rissol. (...)
Também deve ser difícil arranjar outro país onde se possa fazer um percurso que vá da Fome Aguda à Carne Assada (Sintra) passando pelo Corte Pão e Água (Mértola), sem passar por Poriço (Vila Verde), e acabando a comprar rebuçados em Bombom do Bogadouro (Amarante), depois de ter parado para fazer um chichi em Alçaperna (Lousã).

Por Miguel Esteves Cardoso

domingo, 15 de novembro de 2009

Saúde - Unidade de medicina de reprodução na Cova da Beira - RTP Noticias, Vídeo



Sporting Tem novo treinador - CARLOS CARVALHAL


A SAD sportinguista anunciou esta madrugada que contratou o treinador Carlos Carvalhal para assumir o comando técnico da equipa. O clube de Alvalade tornou a informação oficial através de um curto comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.

O novo treinador assinou um vínculo válido até ao final da temporada, mas o clube tem a hipótese de prolongar a o contrato até ao final da época seguinte (2010/2011).

Morte de uma mulher em Castelo Branco

Uma mulher de 28 anos foi morta ao início da madrugada de hoje no Bairro do Valongo, em Castelo Branco, tendo o suspeito do crime sido já detido, disse à agência lusa fonte policial.

Segundo a mesma fonte, o crime terá ocorrido cerca da meia-noite, havendo suspeitas de que na sua origem tenham estado "razões passionais". A jovem terá sido degolada e o suspeito, o seu ex-namorado, já se encontra detido.

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A mulher era assistente da PT, em Coimbra e encontrava-se a passar o fim-de-semana junto dos seus pais. A jovem estava a chegar a casa quando o crime foi cometido, mesmo à porta de casa. Segundo fonte da PSP, o pai ainda interveio, tendo sido, igualmente agredido. No entanto, terá sido ele a conseguir dominar o ex-namorado.
A vítima era filha única, uma excelente aluna, como referem alguns vizinhos e preparava-se para iniciar o doutoramento, em Aveiro, já em Janeiro, garantem colegas de trabalho.
O crime está agora a ser investigado pela Polícia Judiciária de Coimbra.



sábado, 14 de novembro de 2009

Racionar Abastecimento de Água à Covilhã

O presidente da Câmara Municipal da Covilhã afirmou, este sábado, numa altura em que a barragem da Cova do Viriato está com 20 por cento de capacidade, que pondera o racionamento de água, se não chover nos próximos tempos.


Com tantas promessas eleitorais de construção de novas barragens por parte do Sôr Pinto, com tantas guerras compradas nos últimos anos o desfecho está á vista de todos.

Então agora a culpa é da falta de chuva?
O Culpado desta situação tem um rosto, Carlos Pinto.



Falta de Produtividade em Portugal ????


Será que estou a inventar ou a mentir ?????

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Barragem da Serra da Estrela


Há uns bons meses atrás ainda não se falava na hipotética hipótese de falta de água na barragem da Serra da Estrela que serve para o abastecimento de água à cidade da Covilhã e escrevi :
Vivemos numa zona que não tem falta de água. Como se justifica este belíssimo 6º lugar no Ranking das águas mais caras do País? 


Lembro que da primeira vez que o Sr. Carlos Pinto se candidatou à Câmara Municipal (falo do século passado), prometeu uma nova barragem para abastecimento de água para a região.

fica aqui a foto da nova barragem ou das duas prometidas. Sei lá




Aqui X






Não Vêm ?
Eu também não.

No entanto o Jornal Noticias da Covilhã na sua edição desta semana faz eco das enormes dificuldades com que a ADC se está a debater para não ter que racionar a água aos Covilhanenses.
Aconselho desde já a Administração da empresa a propor ao Sôr Carlos Pinto que este peça à população um procissão com dança da chuva incluída para que chova rapidamente para não ficarmos sem água para consumo.

Deixo aqui um extracto da entrevista concedida ao Noticias da Covilhã, pelo Sr. Leopoldo Santos, administrador da ADC.


António Guterres é o 64º Homem mais poderoso do Mundo


Segundo uma lista publicada pela Revista FORBES, o ex-Primeiro Ministro Português António Guterres, chefe da agência da ONU que trabalha para repatriar e assistir mais de 34 milhões de refugiados e pessoas deslocadas em 110 países é o 64º Homem mais poderoso do Mundo.
A agência já ganhou duas vezes o Prémio Nobel da Paz, tem capacidade para prestar ajuda de emergência imediata a centenas de milhares de pessoas. Completamente impotentes perante a maioria das pessoas, na maioria das vezes, mas muito poderosa de milhões de almas in extremis.


terça-feira, 10 de novembro de 2009

Morreu Robert Enke, antigo guarda-redes do Benfica


O antigo guarda-redes do Benfica Robert Enke morreu hoje num acidente numa passagem de nível, em Hannover, Alemanha, avançam as agências internacionais. Enke, 32 anos, estava actualmente no Hannover 96. Foi guarda-redes do Benfica entre 1999 e 2002.






"Tudo indica que se suicidou", disse um porta-voz da polícia de Hannover ao site Spiegel Online.

"Posso confirmar a triste notícia, mas de momento não posso dar pormenores", disse à mesma publicação Robert Neblung, amigo e agente do jogador, que alinhou no Benfica entre 1999 e 2002.
Enke morreu na numa passagem de via férrea em Neustadtam Ruebenberge, na localidade de Eilvese, perto de Hannover.
"Houve um acidente mortal numa passagem ferroviária", disse Stefan Wittke, do gabinte de imprensa da polícia de Hannover.
O mesmo responsável explicou que "tudo indica que se tratou de suicídio".
"É uma notícia horrível", disse o presidente do Hannover 96, Martin Kind, que foi informado pela polícia no Aeroporto de Hannover, quando regressava de uma reunião da Liga Alemã de Futebol.
"Esperamso muito coisa, mas algo assim não, não sei o que aconteceu e porquê", disse Kind à agência alemã dpa.
O presidente do clube da primeira divisão alemã mostrou-se convicto, no entanto, de que a morte de Enke "não teve nada que ver com o futebol".
Devido a uma infecção bacterial, o antigo guarda-redes do Benfica esteve algum tempo afastado dos relvados, não participando nos jogos do seu clube nem sendo convocado para os últimos quatro encontros da selecção, depois de ter conquistado a titularidade.
Também não tinha sido chamado aos trabalhos da equipa nacional para os jopgos particulares com o Chile e a Costa do Marfim, a 14 e 18 de Novembro.
No entanto, o seleccionador Joachim Low tinha deixado claro que contava com ele para número um da baliza alemã no Mundial de 2010 na África do Sul.
Enke, internacional AA oito vezes, nasceu a 24 de Setembro de 1977, em Jena, na então República Democrática da Alemanha, e ao longo da sua carreira representou Carl Zeiss Jena, Borussia de Moenchengladbach, Benfica, FC Barcelona, Fenerbahçe, Tenerife e Hannover 96, no qual alinhava desde 2004.
Há três anos, Enke e sua mulher Teresa perderam a filha Lara, de dois anos, que tinha nascido com uma mal-formação cardíaca.
A Federação Alemã de Futebol recebeu a notícia logo após um dos treinos do estágio que está a realizar em Bona para o jogo com o Chile.
Entretanto, a federação publicou um comunicado em que manifesta o seu "profundo pesar" pela morte de Robert Enke, e o treinador Joachim Low e o director desportivo Oliver Bierhoff informaram os jogadores.
"Estamos todos muito chocados e sem palavras", disse Bierhoff à agência noticiosa alemã SID.
O governador da Baixa-Saxónia, Christian Wullf, mostrou-se também muito abalado com a notícia da morte de Enke.
"A Alemanha perdeu um atleta de excepção e uma pessoa sensível, que foi um exemplo para muitos, estamos de luto e enviamos condolências à mulher à família, aos seus muitos amigos", disse Wullf num comunicado da chancelaria do governo regional, em Hannover.

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Amigo confirma suicídio de Enke

O amigo e empresário de Robert Enke, Jorg Neblung, confirmou esta noite que o antigo guarda-redes do Benfica se suicidou numa passagem de nível.

«Posso confirmar-me que se tratou de um suicício. O Robert suicidou-se pouco antes das 18 horas. Os detalhes serão transmitidos numa conferência de imprensa na quarta-feira, em Hannover», declarou Neblung à agência alemã SID.
Confrontado com a notícia da morte de Enke, o seleccionador alemão, Oliver Bierhoff, nem conseguiu reagir: «Estamos em choque. Não sei o que dizer

O último Adeus

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Gastaram 124 mil € de banco

Pois é, a Covilhã é mais uma vez noticia. Nem sempre pelas melhores razões.


A luta pela recuperação do dinheiro dura há oito anos. Um bancário fez confusão entre o escudo e o euro e creditou 124 mil euros – em vez de 124 mil escudos – na conta de um casal da Covilhã. E os clientes não se fizeram rogados. Gastaram o dinheiro e, quando o banco deu pelo engano, alegaram que aquela importância havia sido depositada como parte de uma herança pela morte de um familiar. O processo foi parar a tribunal.

A troca que deu origem à disputa jurídica ocorreu em Outubro de 2001. O funcionário queria creditar 124 mil escudos, o equivalente aos 618,51 euros que o casal podia usar, mesmo sem ter dinheiro na conta, mas o sistema informático assumiu crédito de 124 mil euros.
Segundo o acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra (TRC), a que o CM teve acesso, os dois fecharam-se em copas e gastaram a verba em menos de um ano.
O banco entrou com uma acção judicial para recuperar o dinheiro, mas o casal contestou, assegurando que o depósito era resultado de uma herança. Este argumento, porém, não convenceu o Tribunal da Covilhã, que ordenou a devolução do dinheiro, com juros de mora, condenando ainda o casal a uma pena de multa por litigância de má-fé.
Os réus recorreram para o TRC, mas os juízes-desembargadores mantiveram a sentença da primeira instância. E o dinheiro terá mesmo de ser reposto.
In Correio da Manhã

O Muro de Berlim - construção e queda

Fazia frio naquela noite de 9 de novembro de 1989. Mas isso não impediu que milhares de alemães invadissem as ruas para derrubar o famoso Muro de Berlim, símbolo máximo da Guerra Fria. Ali, naquela noite, nas ruas escuras de uma Berlim não mais dividia, escrevia-se mais um capítulo emblemático da História Contemporânea. Graças a tencologias como a câmera e ao Youtube, os registros de eventos como este se tornam acessíveis a um maior número de pessoas.
Ninguém esperava pelo grande evento. Três meses antes da queda, um homem morrera ao tentar atravessar o muro com um parapente. A poucos dias do 9 de novembro, as guaritas de vigilância da banda oriental ainda impunham respeito com seus soldados fortemente armados.


Video Amador




domingo, 8 de novembro de 2009

XI CNEEG - Congresso Nacional de Estudantes de Economia e Gestão

O Congresso Nacional de Estudantes de Economia e Gestão (CNEEG) realiza-se de 12 a 15 de Novembro de 2009, e é um evento que reúne todos os anos estudantes dos vários cursos de Economia e Gestão do país. Já foram realizadas na Universidade da Beira Interior (UBI) duas edições: a edição V em 2000 e a edição VII em 2004. Para além do debate os eventos têm sido marcados pelo convívio e por um ambiente acolhedor.

A XI Edição, terá como cidade anfitriã a Covilhã, cidade 5 estrelas (Inovação, Turismo, Hospitalidade, Lazer e Proximidade). O evento decorre dias 12, 13 e 15 nas instalações da Faculdade de Ciências da Saúde e no dia 14 no Anfiteatro do Parkurbis. Este evento organizado por estudantes é dos maiores eventos para as àreas de Economia e Gestão revelando-se como um espaço de discussão, formação e de convívio.
O XI CNEEG pretende ser um desafio intelectual para os futuros economistas e gestores enquanto agentes de mudança e líderes no trade-off da sua formação.
Desta forma, atendendo aos paradigmas do sucesso empresarial e às formas de o atingir, os objectivos estratégicos deste Congresso passam pelo seguinte:
* Oportunidade de proporcionar um evento dinâmico e interactivo;
* Discutir o potencial/ medidas de crescimento e de inovação de Portugal
* Sensibilizar os estudantes para o seu papel de agentes de mudança * associados a um espírito de participação, de iniciativa e de liderança;
* Enaltecer a qualidade do evento, atribuindo-lhe um cariz mediático;
* Dar a conhecer o ambiente empresarial da Covilhã;
* Proporcionar um ambiente de convívio académico e troca de contactos entre os participantes.
Neste sentido o tema sugerido é “Potencialidades Estratégicas em Portugal”.

Oradores Convidados


Dr. Alexandre Relvas - Licenciado em Administração e Gestão de Empresas, foi um dos fundadores e Administrador da Interfinança, foi também ao longo daquele período Administrador da Interfundos, accionista fundador e Administrador da Fonsecas & Burnay e Administrador não executivo da Litho. De 1991 a 1995 foi Secretário de Estado do Turismo do XII Governo Constitucional. Actualmente é CEO e accionista da Logoplaste e Administrador da Norfin-Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Imobiliário e da Casa Agrícola Alexandre Relva é também Presidente do Instituto Francisco Sá Carneiro.




Dr. Camilo Lourenço - É apresentador do programa A COR DO DINHEIRO e tem já uma larga experiência na Área económica. Foi Fundador do Diário Económico e Director editorial da revista Exame. Desempenhou, também, funções como editor de economia na Rádio CMR e na Rádio Comercial e foi comentador na SIC Noticias. Actualmente, é colunista no Jornal de Negócios e no Record e comentador da RTP e da Rádio Clube Português.


Prof. Doutor João Leitão - Licenciado em Gestão, mestre em Ciências Económicas e Doutor em Economia. Foi Professor auxiliar na UBI e no IST e professor convidado no Instituto Politécnico de Portalegre, onde exerceu também funções de administrador. O Doutor João Leitão é investigador integrado no IN+/Centro para a Inovação, Tecnologia e Investigação de Políticas do IST/UTL e colaborador externo do Núcleo de Estudos em Gestão da Universidade do Minho. É investigador externo afiliado ao Max Planck Institute of Economics, um prestigiado instituto de investigação na Alemanha. Foi recentemente nomeado Administrador da UBI.


Dr. José Fernandes - José Fernandes é licenciado em Engenharia Electrotécnica e Telecomunicações e doutorado em Comunicações Móveis pela Universidade de Aveiro, onde integrou o Departamento de Electrónica e Telecomunicações como investigador e professor. Membro Externo do Conselho Geral da UBI. Foi membro do Conselho Executivo da FCCN e assessor do gestor da UMIC. Foi coordenador da biblioteca de conhecimentos online e representante nacional da TERENA. Actualmente é Director do Departamento de apoio ao Desenvolvimento e Academias da Microsoft Portugal.


Dr. José Marcelino Pousa - José Marcelino Pousa, é licenciado em Física aplicada à Óptica e Electrónica pela Universidade do Porto, Mestre em Organização e Sistemas de Informação Pela Universidade de Évora, tem ainda uma Pós Graduação em Economia e Gestão de Propriedade Industrial pelo ISEG. Actualmente é Director de Planeamento Controlo e Recursos da PT Inovação, onde para além actividade corrente pratica a sua área de interesse, a gestão da Inovação, nas diversas vertentes: a identificação de tendências; avaliação de ideias; análise de resultados e sua aplicação; Assim como a análise de “gaps” de competências e a transferência de tecnologia com e as Instituições de Investigação e desenvolvimento.


Dra. Cristina Semião - Directora do Sector Público da IBM. Deteve diversas posições de liderança nos últimos 15 anos, desde International Opportunity Manager para a Royal Dutch/Shell no Sul da Europa e América do Sul em 1994-5, Directora de Divisão para a Indústria de Petróleo e Directora de Divisão para a Indústria das Telecomunicações na IBM Portugal. Seguiram-se 6 anos como expatriada nos Estados Unidos da América, primeiro como Assistente Executiva do Sénior VP & Group Executive de Vendas e Distribuição na sede da IBM Corporation em Armonk, e Executiva Global de Parceiros de Negócio responsável por Iniciativas da Indústria na IBM Corporation em NY, até Directora do Sector Industrial na IBM Latin América, baseada em Miami, FL. Desde Maio de 2004, Cristina Semião era Vice Presidente da Divisão SMB para a região sul da Europa, liderando o sector de vendas & distribuição IBM. Em 2006 regressa a Portugal como Directora da Divisão de Sistemas e Tecnologia responsável pela comercialização no país de todo o portfolio de hardware da IBM. Cristina Semião lidera também o IBM Portuguese Women Leadership Council, e está empenhada em contribuir para o avanço profissional das mulheres em Portugal.


Dr. Eduardo Catroga - Licenciado em Finanças. Foi Director Financeiro, Membro da Comissão Administrativa, Director do planeamento e Controle da CUF. Desempenhou funções de Vice-Presidente Executivo da Quimigal e funções governamentais, como Ministro das finanças. Recebeu diversas Condecorações. Actualmente é administrador da Nutrimveste e do Banco Finantia, membro do Conselho Geral e Supervisão da EDP e presidente da SAPEC


Prof. Doutor Paulo Bento - Co-fundador da for value, editor da Global Economics and Management Review, investigador do Management Research Center e professor no ISCTE-IUL (Empreendedorismo; Estratégia; Technology Strategy; Projecto Empresarial). Tem colaborações com o Diário Económico, com a Revista Exame e com a Revista INVEST. Foi consultor do Banco de Portugal (1992-1999), onde analisou as principais fusões e aquisições na banca portuguesa (BCP-BPA, BPI-BFE/BFB/BBI, BES-BIC, Mundial Confiança - Totta). É licenciado em Organização e Gestão de Empresas (ISCTE, 1992), mestre em Finanças (ISCTE, 1998) e doutorado em Fusões, Aquisições e Reestruturações de Empresas (Manchester University, 2004).


Dr. Pedro Neves - CEO da I.Zone Knowledge Systems, SA. Administrador executivo da I.Zone SGPS, SA. Co-fundador e managing partner da GLOBAL CHANGE Consultores Internacionais Associados. Presidente Nacional da JCI Portugal – Júnior Chamber International. Licenciado em Sociologia foi bolseiro do Ministério dos Negócios Estrangeiros e completou o MA em Estudos Europeus (HRD) do College of Europe em Bruges. É doutorando (PhD) da Universidade de Bath no Reino Unido nas áreas da Gestão do Conhecimento e Processos de Inovação. Membro da “Entovation network of global knowledge leaders”. É consultor e Perito da Comissão Europeia em projectos de desenvolvimento de PME e reestruturações sectoriais.


Prof. Doutor Jorge Sequeira - Doutoramento cujo alcance se relaciona com o treino de Competências Psicológicas: Motivação, formulação de objectivos, Gestão Emocional, Autoconfiança, Liderança e Coesão de Grupos e Team Building. Docente de Gestão de Recursos Humanos, Psicossociologia, Comunicação e Imagem, Métodos de Avaliação Psicológica, Comportamento nas Organizações e Psicologia do Desporto, entre outras. Formador certificado pelo IEFP e pelo Conselho Científico e Pedagógico da Formação Contínua de Professores. Conta com mais de 7000 horas ministradas, fundamentalmente nas áreas de Formação de Formadores, Mudança Organizacional, Comunicação, Relacionamento Interpessoal, Gestão das Emoções, Dinâmica de Grupo, Negociação, Liderança, Motivação e Condução de Equipas Trabalho. Colaborou com diversas empresas no âmbito da optimização comportamental entre elas: Worten; Remax; Intermarché; Finicrédito; Bial; Precision; EFACEC – Equipamentos electrónicos; Mapfre – Companhia de Seguros e Sonae Distribuição, entre outras. Tem estado envolvido na docência de Pós-Graduações e Masters promovidos pelo IESF – Instituto de Estudos Superiores Financeiros e Fiscais, instituição onde participa em diversas modalidades: Formação, Docência, e membro da Comissão Cientifica dos MBA’s.


Dr. Manuel Forjaz - Licenciado em Economia, investigador em Empreendedorismo e Estudos Africanos no ISCTE. Coordenou na ANJE o lançamento das Academias, Semana e Road-Show do Empreendedor. Teve cargos directivos na Unilever, Livraria Bertrand e Medipress. Fundou e desenvolveu a Ideiateca Consultores. Fundou o Projecto Social Pais Protectores, que apoia centenas de crianças em África, e o Instituto do Empreendedorismo Social. Professor de Criatividade (Mestrado de Marketing ISEG), Empreendorismo (EMBA, ISCTE), Business Planning (Pós-Graduação UCP/EGE).


Dr. Américo Fernandes - Américo Fernandes dirige a DHL Express Portugal, empresa do Grupo DPWN. Sob a sua direcção desde 1990, a DHL implementou o modelo de gestão TQM, realidade que mais tarde viria a contribuir para obtenção dos Prémios de Excelência e Qualidade em Portugal (Sistema Português da Qualidade) e a nível Europeu (European Foundation of Quality Managment), e que viria a fazer da própria empresa um Caso de Estudo em diversas áreas. Américo Fernandes reúne uma vasta experiência na área Logística, nomeadamente nas áreas da Excelência e Qualidade, o que o tem levado a participar como orador destas áreas em Conferências e Semanários levados a cabo em Portugal e em vários países do Mundo.

sábado, 7 de novembro de 2009

Violência no Futebol Feminino

A maior "sarrafeira" do futebol mundial

O jogo de futebol feminino universitário dos EUA entre Brigham Young e a Universidade do Novo México revelou uma nova estrela do futebol mundial no sexo oposto. Elizabeth Lambert, de 20 anos, não se exibiu pela positiva, antes pelo contrário. Durante todo o jogo, a defesa espalhou o terror entre as adversárias e realizou inúmeras tropelias, quase sempre sem ser sancionada.
Palavras para que veja o Video
 

Carlos Pinto quer congresso no PSD antes das eleições directas

Um grupo de nove autarcas do PSD pediu, este sábado,a realização de um congresso do partido para promover o debate interno antes das eleições directas para a liderança.O presidente da Câmara da Covilhã, Carlos Pinto, disse que se trata de um grupo que não pretende discutir nomes para a liderança, mas ideias porque - sublinhou - estes autarcas entendem que o PSD é, actualmente, um «somatório de personalidades sem ideias». Registe-se que Carlos Pinto é um homem de grandes ideias, como provam as recentes obras na cidade da Covilhã, tal como a ponte sexy por exemplo.
A ideia de convocar um Congresso antes das eleições directas já foi apresentada a Manuela Ferreira Leite. Carlos Pinto afirmou que, pelo que percebeu da conversa, (e ele percebe sempre tudo à primeira) a líder do PSD aceitou com agrado a proposta.

No próximo dia 21, haverá uma nova reunião deste grupo em Cantanhede, onde Carlos Pinto espera angariar mais autarcas para esta causa.
Parece-me que o Sôr Pinto líder do movimento, prepara-se mesmo para, e no seguimento da afirmação que iria executar o maior mandato de sempre, colocar uns patins nos pés e rumar à direcção do Partido deixando a Câmara entregue a segundas figuras.
A ver vamos.



Os intocáveis


O processo Face Oculta deu-me, finalmente, resposta à pergunta que fiz ao ministro da Presidência Pedro Silva Pereira - se no sector do Estado que lhe estava confiado havia ambiente para trocas de favores por dinheiro. Pedro Silva Pereira respondeu-me na altura que a minha pergunta era insultuosa.

Agora, o despacho judicial que descreve a rede de corrupção que abrange o mundo da sucata, executivos da alta finança e agentes do Estado, responde-me ao que Silva Pereira fugiu: Que sim. Havia esse ambiente. E diz mais. Diz que continua a haver. A brilhante investigação do Ministério Público e da Polícia Judiciária de Aveiro revela um universo de roubalheira demasiado gritante para ser encoberto por segredos de justiça.

O país tem de saber de tudo porque por cada sucateiro que dá um Mercedes topo de gama a um agente do Estado há 50 famílias desempregadas. É dinheiro público que paga concursos viciados, subornos e sinecuras. Com a lentidão da Justiça e a panóplia de artifícios dilatórios à disposição dos advogados, os silêncios dão aos criminosos tempo. Tempo para que os delitos caiam no esquecimento e a prática de crimes na habituação. Foi para isso que o primeiro-ministro contribuiu quando, questionado sobre a Face Oculta, respondeu: "O Senhor jornalista devia saber que eu não comento processos judiciais em curso (…)". O "Senhor jornalista" provavelmente já sabia, mas se calhar julgava que Sócrates tinha mudado neste mandato. Armando Vara é seu camarada de partido, seu amigo, foi seu colega de governo e seu companheiro de carteira nessa escola de saber que era a Universidade Independente. Licenciaram-se os dois nas ciências lá disponíveis quase na mesma altura. Mas sobretudo, Vara geria (de facto ainda gere) milhões em dinheiros públicos. Por esses, Sócrates tem de responder. Tal como tem de responder pelos valores do património nacional que lhe foram e ainda estão confiados e que à força de milhões de libras esterlinas podem ter sido lesados no Freeport.

Face ao que (felizmente) já se sabe sobre as redes de corrupção em Portugal, um chefe de Governo não se pode refugiar no "no comment" a que a Justiça supostamente o obriga, porque a Justiça não o obriga a nada disso. Pelo contrário. Exige-lhe que fale. Que diga que estas práticas não podem ser toleradas e que dê conta do que está a fazer para lhes pôr um fim. Declarações idênticas de não-comentário têm sido produzidas pelo presidente Cavaco Silva sobre o Freeport, sobre Lopes da Mota, sobre o BPN, sobre a SLN, sobre Dias Loureiro, sobre Oliveira Costa e tudo o mais que tem lançado dúvidas sobre a lisura da nossa vida pública. Estes silêncios que variam entre o ameaçador, o irónico e o cínico, estão a dar ao país uma mensagem clara: os agentes do Estado protegem-se uns aos outros com silêncios cúmplices sempre que um deles é apanhado com as calças na mão (ou sem elas) violando crianças da Casa Pia, roubando carris para vender na sucata, viabilizando centros comerciais em cima de reservas naturais, comprando habilitações para preencher os vazios humanísticos que a aculturação deixou em aberto ou aceitando acções não cotadas de uma qualquer obscuridade empresarial que rendem 147,5% ao ano. Lida cá fora a mensagem traduz-se na simplicidade brutal do mais interiorizado conceito em Portugal: nos grandes ninguém toca