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sábado, 19 de novembro de 2011

Santa Casa da Misericórdia da Covilhã segue pisadas da TROIKA

Dr. Carlos Casteleiro
A Santa Casa da Misericórdia da Covilhã está à beira da falência dizem os responsáveis e que acredito, à luz do que tem sido noticidado. Dizem que nesta altura já quase não há dinheiro, mas por culpa de quem?. O novo provedor que tomou posse há puco mais de uma semana já tem a receita, e sem pastenejar, resolve seguir as pisadas da TOIKA e do governo Português e faz pagar a factura pelos que trabalham e produzem riqueza, corta-se nos salários e resolve-se o problema. Para já, e numa medida drástica os trabalhadores da instituição não irão receber os Subsidios de Natal a que têm direito, isto é mudam-se as regras do jogo a mais ou menos quinze dias do fim do prazo para pagamento. Depois, diz o provedor, teremos de cortar mais ou menos 10% nos ordenados. Será que nunca encontram soluções para além das que servem únicamente para prejudicar quem ganha o seu salário de forma honesta que é trabalhando?
A Santa casa é uma instituição necessária à nossa cidade e que merece o carinho de todos nós, mas não se devia fazer uma auditoria exaustiva e condenar os responsáveis por esta situação?
Onde isto vai parar?

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Portagens na A23: Empresários do Interior pedem audiência ao Presidente da República.

O movimento Empresários pela Subsistência do Interior (ESI), que se opõe às portagens nas autoestradas sem custos para o utilizador (SCUT), anunciou hoje ter pedido uma audiência ao Presidente da República, com quem quer debater o assunto.
O pedido de audiência surge depois de Cavaco Silva ter pedido esclarecimentos ao Governo sobre o diploma que recebeu no dia 20 de outubro para promulgação e que visa a introdução de portagens nas SCUT.
Em causa está a cobrança a quem passa nas autoestradas do Algarve (A22), da Beira Interior (A23), do Interior Norte (A24) e da Beira Litoral/Beira Alta (A25).
Nos termos constitucionais, o Presidente da República dispõe de 40 dias para decidir e o movimento pretende aproveitar a oportunidade para o sensibilizar, “como última reserva, para travar a implementação de portagens”.
O pedido de esclarecimentos [de Cavaco Silva] ao Governo “é motivo mais que suficiente, para pedir uma audiência” ao Chefe de Estado, disse o porta-voz do ESI, Luís Veiga.
Os empresários pretendem demonstrar a Cavaco Silva que a criação de portagens é uma “operação de branqueamento de capitais que beneficia as concessionárias das SCUT, porque os aditamentos contratuais são altamente penalizadores para o erário público”, sublinhou Luís Veiga.
Pretendem também reafirmar as conclusões de um questionário a empresas do interior, revelado em fevereiro, “que demonstra os impactos negativos para o tecido económico regional”.
Segundo o estudo, pelo menos 50 empresas da Beira Interior previam despedir pessoal e cinco até podem fechar portas ou mudar-se para Espanha, caso sejam cobradas portagens nas A23 e A25.
De acordo com Luís Veiga, o núcleo duro do movimento engloba cerca de 50 empresários dos distritos de Castelo Branco e Guarda e respetivas associações de empresas, defendendo os interesses de cerca de 8.000 firmas.
O grupo foi criado no início do ano para lutar contra a introdução de portagens nas autoestradas A23 (Torres Novas – Guarda), A25 (Aveiro – Vilar Formoso) e A24 (Viseu – Chaves).

LFO (MP/CSJ).
Lusa/fim





quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Covilhã: WOOL – Festival de Arte Urbana da Covilhã

O WOOL – Festival de Arte Urbana da Covilhã vai continuar no sábado a transformar paredes e muros abandonados da cidade em obras assinada por artistas urbanos. Entre sábado e segunda-feira, dias 22 a 24 de outubro, o artista português Alexandre Farto, com o nome artístico VHILS, vai esculpir retratos e letras numa parede da rua Visconde da Coriscada, uma das principais artérias da cidade. A técnica do artista consiste em esculpir a superfície criando peças em baixo-relevo.
 

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Covilhã: Notas falsas andam por aí, CUIDADO!

A GNR da Covilhã apreendeu na passada quarta-feira, na vila do Teixoso uma nota falsa de 20 euros, que tinha sido entregue a um comerciante que só reparou ser falsa, aquando do depósito no banco.
Todo o cuidado é pouco, os vigaristas andam aí!

Paredes da Covilhã transformadas em Arte Urbana

Paredes e muros abandonados da Covilhã vão ser pintados e esculpidos por alguns nomes consagrados da arte urbana. JR, VHILS, Btoy ou ARM Collective assinam obras de pintura e escultura em várias capitais e, a partir de sexta-feira, deixam a sua marca na Covilhã.

As intervenções nos espaços da cidade fazem parte do Wool - Festival de Arte Urbana da Covilhã e arrancam com a pintura criativa de um edifício devoluto junto à Igreja de Santa Maria. Esta intervenção, no centro histórico da cidade, fica a cargo dos ARM Collective.

Até à próxima terça-feira, os artistas do grupo criar a sua arte "inspirada em graffiti" nas parede exterior do imóvel, explicou à Lusa um dos organizadores, Pedro Rodrigues, que espera que a população acompanhe o evoluir da obra de arte.
De 21 a 26 de Novembro será a vez de VHILS (designação artística do português Alexandre Farto) "esculpir figuras" numa outra parede a escolher na cidade.
Fonte: JN

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Covilhã: Polícia e funcionário municipal detidos

O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) deteve esta quarta-feira cinco pessoas na zona da Covilhã, entre as quais um polícia e um funcionário da Câmara Municipal, por suspeita de auxílio à imigração ilegal, extorsão e roubo, disse fonte judicial. Os restantes detidos são outro homem e duas mulheres

Os detidos são suspeitos de associação criminosa e vão ser ouvidos no Tribunal da Covilhã na quinta-feira, a partir das 9h00.

Fonte: Correio da Manhã

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Facebook destruído a 5 de Novembro??

Agora vou fazer a vontade a um pasquim cá do burgo (tal como eles chamam aos outros bloguistas em tom depreciativo), pseudo-intelectual e que se julga dono da verdade absoluta e mentores de jornalismo de investigação de alto gabarito (Ah! Ah!).
Vou colocar o texto abaixo entre aspas porque foi retirado da internet hoje, agora mesmo do diário digital. Nunca escondi as fontes quando as utilizei e não é hoje que o farei.
Satisfeitos meninos?

Então aqui vai.

"O grupo de cibercriminosos Anonymous, conhecido por lançar ataques virtuais contra a Sony e diversas outras plataformas online, declarou guerra à rede social número um em todo o mundo, através do ataque a que chamaram «Operação Destruir Facebook a 5 de Novembro».
Num vídeo divulgado, o grupo diz que vai «libertar as pessoas» da pior armadilha alguma vez criada no planeta, chamada Facebook. O Anonymous afirma que no fim das contas, as pessoas vão entender que é pelo seu bem-estar.
Segundo o grupo de cibercriminosos, a rede social viola todos os direitos à privacidade, argumentando que a plataforma de Mark Zuckerberg está a vender a nossa informação pessoal e historial de navegação a companhias privadas e a agências governamentais de todo o mundo.
«O Facebook sabe mais sobre vocês do que as vosssas famílias», diz a voz codificada no vídeo, afirmando ainda que «não é possível apagar a nossa conta no Facebook» e a nossa informação pessoal «fica no Facebook e pode ser consultada a qualquer altura». "




quarta-feira, 27 de julho de 2011

Os mais Ricos de Portugal !


Sobre o TOP 10 abaixo publicado Ilda Figueiredo afirma: "É verdadeiramente escandaloso que apenas 25 pessoas detenham 10% da riqueza criada em Portugal (e alguns, como Américo Amorim, aumentaram a riqueza em quase 20%, em 2010), sabendo-se que mais de dois milhões estão em risco de pobreza, por terem rendimentos mensais inferiores a 410 euros mensais, mesmo depois de apoios sociais, porque sem isso estaria quase metade da população portuguesa em risco de pobreza."

Não podia estar mais de acordo com esta afirmação.
E o Governo de Coelho o que faz?
Tira a quem menos tem, para dar a estes senhores.


TOP 10:

1. Américo Amorim: 2587,2 milhões de euros
2. Alexandre Soares dos Santos: 1917,4 milhões de euros
3. Belmiro de Azevedo: 1297,6 milhões de euros
4. Família Guimarães de Mello, 1006,6 milhões de euros
5. Família Alves Ribeiro: 779,7 milhões de euros
6. Perpétua Bordalo da Silva e Luís Silva: 679,7 milhões de euros
7. Rita Celeste Violas e Sá, Manuel Violas: 650,6 milhões de euros
8. Maria do Carmo Moniz Galvão Espírito Santo: 645,8 milhões de euros
9. Família Cunha José de Mello: 638 milhões de euros
10. António da Silva Rodrigues: 551 milhões de euros

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Portugal é o quarto país com mais desemprego

Portugal é o quarto país do mundo desenvolvido com maior taxa de desemprego, que se situou, em abril, nos 12,6 por cento. Mais desempregados só na Espanha, Irlanda e Eslováquia, segundo a OCDE.
Portugal registou uma taxa de desemprego de 12,6 por cento, em abril, segundo os dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
Mais desempregados só Espanha, com uma taxa de 20,7 por cento, Irlanda, com 14,7, e Eslováquia, com 13,9.
Já o desemprego na zona euro manteve-se estável até abril, nos 9,9 por cento. Entre as 34 economias da OCDE, o valor baixou para os 8,1 por cento, com 44,1 milhões de desempregados.
Segundo os mesmos dados, entre as 34 economias do grupo, Portugal foi o segundo país onde o desemprego mais se agravou ao longo deste ano, ao subir 1,7 pontos percentuais.
Ainda entre os 34 da OCDE, não se registava uma descida do desemprego como no mês de abril, desde 2007. Apenas os Estados Unidos, o Japão, o Luxemburgo, o México e a Eslovénia registaram subidas.
Nos dados apresentados não estão incluidos alguns países como a Grécia, Islândia, Reino Unido ou Suíça.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Jornal Reconquista recebe Ordem de Mérito Civil no 10 de Junho



O Jornal Reconquista de Castelo Branco vai ser condecorado durante as comemorações do 10 de Junho, pelo Presidente da Républica Cavaco Silva, como membro honorário da Ordem de Mérito Civil.

Segue a lista dos restantes condecorados no dia 10 de Junho de 2011




Antigas Ordens Militares:


Ordem de Cristo

Dra. Maria Manuela Dias Ferreira Leite (Grã-Cruz)
Almirante Fernando José Ribeiro de Melo Gomes (Grã-Cruz)

Ordem de Avis

Tenente-General PILAV António Carlos Mimoso e Carvalho (Grã-Cruz)
Vice-Almirante Fernando Manuel de Oliveira Vargas de Matos (Grã-Cruz)
Tenente-General Luís Miguel de Negreiros Morais de Medeiros (Grã-Cruz)

Ordem de Sant'Iago da Espada

Dr. Manuel Fernando Ayres Guedes da Silva (Grande Oficial)
Coronel Américo José Guimarães Fernandes Henriques (Comendador)

Ordens Nacionais:

Ordem do Infante D. Henrique

Dr. João Vale de Almeida (Grã-Cruz)
Dr. António José Cabral (Grande Oficial)
Prof. Doutor João Augusto Medina da Silva (Grande Oficial)
Profª. Doutora Maria Helena da Cruz Coelho (Grande Oficial)
Prof. Doutor Miguel de Sá e Sousa de Castelo-Branco (Grande Oficial)
Dr. Fernando Manuel Antunes Durão (Comendador)
José Pedro Gomes (Comendador)
Profª Doutora Maria Fernanda Rollo (Comendador)
Dra. Isabel Maria Andrade Silva (Nini) (Oficial)
Fundação Casa de Mateus (Membro Honorário)

Ordens de Mérito Civil:

Ordem do Mérito

Eng. Adriano Mário da Cunha Lucas [A título póstumo] (Grande Oficial)
Prof. Doutor Henrique Manuel Bicha Castelo (Grande Oficial)
Dr. Vítor Manuel Veloso da Silva (Grande Oficial)
Dr. Francisco Xavier Zea Mantero (Comendador)
Dr. José António Coelho Antunes (Comendador)
José Santos Marques (Comendador)
Henrique Amaro (Oficial)
AFID - Associação Nacional de Famílias para a Integração da Pessoa Deficiente (Membro Honorário)
CEERDL - Centro de Educação Especial Rainha Dona Leonor (Membro Honorário)
Jornal Reconquista (Membro Honorário)

Ordem da Instrução Pública

Prof. Doutor Fernando Manuel Ramôa Ribeiro (Grã-Cruz)
Prof. Doutor Fernando Seabra Santos (Grã-Cruz)
Prof. Doutor Manuel José dos Santos Silva (Grã-Cruz)
Prof. Doutor João Luís Maló de Abreu (Grande Oficial)

Ordem do Mérito Empresarial

Classe do Mérito Agrícola

Eng. Francisco João Bernardino da Silva (Grande Oficial)
Jorge Moniz da Maia Ortigão Costa (Comendador)

Classe do Mérito Comercial

Dra. Teresa Regojo Otero (Comendador)

Classe do Mérito Industrial

Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (Membro Honorário

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Continente lança promoções sem aviso prévio aos fornecedores


Como se faz ir à falência pequenas Unidades Industriais.
O Sr. Belmiro de Azevedo ou lá quem manda agora no Modelo Continente fez mais uma a juntar a muitas ao longo dos anos, reveladora do mais primário que existe na doutrina Capitalista.
A noticia é do Jornal Expresso mas leiam este resumo, pequeno, mas bastante elucidativo de como se ganha dinheiro à custa dos outros.

"Os hipermercados Continente lançaram esta semana um desconto de 25% em cartão Continente na compra de qualquer queijo nas suas lojas. Mas não pediu autorização aos fornecedores, sobre quem está a recair o custo da promoção.

Associações criticam a atitude, falam em abuso de posição dominante e garantem que os grandes distribuidores costumam "bloquear" as vendas dos produtores que não aceitam as suas exigências."

domingo, 31 de janeiro de 2010

Sporting da Covilhã e a sede.

Vá-se lá saber quem fala verdade. Sempre me pareceu esta história um tudo nada confusa. Leia com atenção a publicação que o Noticias da Covilhã fez.
Aconselho a lerem a edição impressa do Jornal Noticias da Covilhã

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

O colaborador


Armando Vara prometeu e cumpriu: prometera «retomar a actividade profissional» no BCP e aí está ele, a partir dos primeiros dias de Janeiro deste ano de 2010, de regresso às instalações do «maior banco privado português» em Taguspark, no concelho de Oeiras. Retomar a actividade profissional fora afirmado por Vara como «um direito» que entendia «assistir-lhe» a partir do momento em que «caiu» parte da acusação que sobre ele impendia, no processo «Face Oculta». O Expresso, sempre aplicado a apurar os lances das tranquibérnias, explicava esta semana em que consistia a «acusação que caiu»: tratava-se de uma fotografia, supostamente tirada pela PJ ao sucateiro Manuel Godinho transportando um envelope antes do encontro com Vara, que afinal não constava dos autos e terá, por isso, levado o juiz de instrução criminal a considerar «não existirem indícios fortes» de que o arguido Vara recebera os tais 10 mil euros do empresário de Ovar.
Portanto, salvo pela fotografia que não compareceu no processo, Armando Vara retomou tranquilamente a sua «actividade profissional» no topo do BCP, onde foi colocado pela administração num «trabalho de consultoria» à própria administração, e a troco de uns generosos 30 mil euros mensais. Se considerarmos que o ordenado do Presidente da República anda pelos sete mil euros, a consultoria de Vara, pelos vistos, vale mais de quatro vezes que todo o trabalho do mais alto magistrado da Nação...
Com um pormenor: o suspenso vice-presidente do BCP e arguido num processo de corrupção em investigação foi colocado pelos seus ex-pares de administração a lidar «com empresas não-financeiras do grupo BCP», o que parece levantar um paradoxo: por um lado, a recondução de Vara ao seio da administração do BCP faz prova de que a mesma administração confia na sua idoneidade, sem precisar de ilibações em tribunal, por outro, a sua colocação em áreas não-financeiras sugere cautelas que dizem o contrário, em matéria de confiança. Em que ficamos?
Aparentemente, a distinta administração do BCP quis exibir a sua própria idoneidade e rigor ao recolocar Vara em «áreas não-financeiras», como quem diz – mas sem o afirmar, que isto é tudo gente fina – que o BCP não entrega a gestão de dinheiros a arguidos suspeitos de corrupção.
Pois não. Apenas lhe entrega a gestão do próprio banco, ao reintegrá-lo no círculo da administração.
É regra na administração – seja ela pública, privada, nacional ou estrangeira – que qualquer funcionário ou responsável suspeito em casos de corrupção, no exercício de funções, deve ser suspenso dessas funções até ao apuramento dos factos.
No BCP, se as suspeitas atingem membros da sua administração, não são os membros a ser suspensos, mas as suspeitas.
Deve ter sido esta «gestão criativa» que levou o BCP ao título de «maior banco privado português», embora tal grandeza tenha dado com os burrinhos na água através de sucessivos imbróglios financeiros criados pelas suas administrações, a começar nas do seu fundador, Jardim Gonçalves, e desembocando na intervenção estatal, via CGD, para salvar o banco do naufrágio, o que permitiria ao Governo de José Sócrates colocar amigos do peito, como Armando Vara, no topo das novas administrações.
As mesmas que, agora, transformaram o arguido Vara num colaborador a 30 mil euros/mês. E viva o Portugal do Sócrates!

Henrique Custódio no Jornal o Avante!


Elvis Presley

Faria hoje 75 anos se fosse vivo.
Aqui deixo uma singela homenagem ao considerado por muitos como sendo o Rei do Rock


domingo, 3 de janeiro de 2010

Belmiro de Azevedo quer escravizar trabalhadores ?

"Não acredito nesse anúncio de greve para a véspera de Natal e que os sindicatos sejam duplamente irresponsáveis: criar desconforto a milhões de portugueses por um pequeno ataque de baixa qualidade. Segundo - e seria muito mais grave - ousem formar algum movimento e não deixar trabalhar quem quer",

Estas foram as palavras intimidatórias, proferidas à rádio Renascença, por Belmiro de Azevedo patrão da Sonae a propósito da intenção dos trabalhadores das grandes superficies fazerem greve para defenderem os seus direitos, no passado dia 24 de Dezembro que acabou por não ocorrer.

Por mim sou totalmente solidário com a luta dos trabalhadores, apelando a que façamos nós consumidores, um boicote cerrado às compras nos hipermercados deste senhor. Por mim vou de imediato mandar cancelar as assinaturas de telemóvel da Optimus, não comprarei mais nada no Modelo e Continente, mandarei cancelar a assinatura Clix assim como nunca mais irei ler o Jornal o público, tudo pertença do grupo Sonae.
Não á escravidão dos trabalhadores das grandes superficies.
Conheçam as razões da luta destes trabalhadores.


A proposta das empresas da “Distribuição Moderna” é desumana porque quer legalizar e generalizar algumas práticas ilegais que já vêm pontualmente praticando, e fazem a vida dos/as trabalhadores/as num “inferno”, com as chamadas escalas diárias, ou seja, todos os dias um horário diferente.
Querem acrescentar-lhe a chamada adaptabilidade, (horário médio) até mais 4 horas diárias de trabalho gratuito, no máximo de 60 horas por semana, prolongadas por dezenas de semanas consecutivas, com o recurso ao banco de horas (saco de horas) que sendo a mesma coisa, acresce mais 200 horas a mais de trabalho gratuito.
A tudo isto, as empresas ainda querem para si mais um direito fundamental o poder de unilateralmente fixarem “de véspera” o acréscimo do horário, por essa forma adquirirem o direito de em cada dia alterarem o horário de entrada e saída (ou os dois) no dia seguinte, manipulando e determinando a vida dos trabalhadores e suas famílias.
Esta proposta coloca na mão das empresas, seus representantes nos locais de trabalho, o imenso e unilateral poder de em cada dia fixarem para o seguinte 12 horas de trabalho, mais 1 ou 2 horas de intervalo para refeição, retendo os trabalhadores/as 13 ou 14 horas no local de trabalho e ainda alterarem, todos os dias, hora de início e de termo do horário de trabalho, com isso criando uma desumana relação de trabalho que faria a vida dos/as trabalhadores/as num “inferno”.
Nuns dias podem mandá-los apresentar-se ao trabalho 4, 3, 2 ou 1 hora a mais, antes do início da hora normal de trabalho, noutros ordena-lhe que trabalhem mais 1, 2, 3, ou 4 horas depois de terminado o horário normal e noutros umas horas antes e outras horas depois do período normal de trabalho, é a isto que governantes e patrões chamam de flexibilidade e banco de horas, e os trabalhadores, mais prosaicamente, trabalham “escravo”.
Um exemplo deste poder imenso que eles querem para liquidar a saúde e a vida familiar e social dos trabalhadores
Um trabalhador tem o horário de segunda a domingo: das 12 às 16 horas e das 17 às 21 horas, com apenas 1 hora de intervalo para refeição (a maioria tem 2 horas de intervalo).
Aplicando a proposta das empresas de “adaptabilidade e ou banco de horas”, ou seja de trabalho gratuito a mais, ordenado de véspera ou não. Em cada dia o responsável da secção, sector ou serviço pode impor (o trabalhador passa a ser obrigado a obedecer desde que negociado pelos sindicatos) o horário para o dia seguinte, exemplo:
Recorda-se o horário do trabalhador fixado no mapa de horário afixado, tem início às 12 e termo às 21 horas, que não é pratica generalizada, porque as empresas violam as normas do Contrato Colectivo de Trabalho ainda me vigor.
Na segunda está de descanso, telefonam-lhe a dizer que na terça vens fazer mais 4 horas depois das 21, entras às 12 fazes o teu horário normal até às 21 horas, e trabalhas em regime de adaptabilidade ou para o banco de horas, conforme opção da empresa, mais 4 horas, até à 1 hora da manhã, e vão 12 horas de trabalho.
Na terça, no final do dia, simplesmente, dizem-lhe que na quarta vens fazer mais 4 horas depois das 21, entras às 12 fazes o teu horário normal até às 21 horas, e trabalhas no regime de adaptabilidade ou para o banco de horas mais 4 até à 1 hora da manhã, e vão mais 12 ...
Na quinta está de descanso, telefonam-lhe a dizer que na sexta vens fazer mais 4 horas antes das 12, entras às 8 e depois fazes o teu horário normal das 12 às 21 horas, e vão mais 12 horas de trabalho ...
Na sexta o chefe diz-lhe: sábado vens fazer mais 2 horas antes das 12, entras às 10, segue-se o teu horário normal das 12 às 21 horas, e a seguir, porque é sábado as vendas aumentam, precisamos muito de ti cá, fazes mais 2 das 21 às 23 horas, e vão mais 12....
No sábado dizem-lhe, simplesmente, amanhã domingo vens às 10 horas e trabalhas até às 23 horas, e vão mais 12 horas de trabalho.
No conjunto trabalhou 60 horas na semana, espectacularmente, foi respeitado o horário fixo, os 2 dias de descanso e os 5 de trabalho e ainda as 11 horas de descanso entre jornadas de trabalho impostas pela lei.
Este exemplo pode ser aplicado a quaisquer horário, com ligeiras adaptações, semanas e semanas a fio …
E assim sucessivamente, semana após semana, até adoecer ou se despedir porque não aguenta mais os problemas familiares, ou então junta-se aos outros colegas e pára o trabalho até o abuso terminar e a empresa respeitar a saúde, a vida, a família e a dignidade de todos os trabalhadores.
Nas lojas com menor amplitude de abertura, em vez de 2 passam a precisar apenas de 1 trabalhador para fazer todo o horário da secção ou sector.
Para evitar esta experiência muito traumática, que alguns já provaram e sabem ser insuportável, recusamos negociar estas desumanas barbaridades, contrárias à saúde, à vida, à família e à dignidade dos trabalhadores, que têm em vista aumentar o imenso poder unilateral das empresas e seus representantes nos locais de trabalho, a obtenção de trabalho gratuito para reduzir custos, diminuir o emprego e aumentar lucros.
Recusamos também aumentar ainda mais a precariedade, com motivos para contratar a termo e em alternativa exigimos a reposição da legalidade, ou seja a passagem a efectivos dos trabalhadores contratados a termo a ocupar postos de trabalho permanentes.
De igual modo exigimos um aumento salarial que actualize os baixos salários praticados na grande distribuição, a maioria ao nível ou próximo do salário mínimo nacional, apesar do desmesurado crescimento e lucros dos grupos e empresas da grande distribuição.
Vamos para os locais de trabalho mobilizar os trabalhadores para uma jornada de luta – greve - na véspera do Natal e mandatar o CESP/FEPCES decidirem, caso se justifique, avançar em Janeiro 2010, com outro dia de greve, emitindo os respectivos pré-avisos de greve.
A luta prosseguirá até que as Empresas e a APED assumam posições negociais razoáveis, respeitem os direitos humanos básicos e actualizem os salários dos trabalhadores.
Contra as propostas desumanas das empresas da grande distribuição!
Pela defesa dos direitos, da dignidade, da saúde e da harmonização da vida
profissional com a vida familiar, social e cultural a que todos têm direito!
Pela actualização dos salários e subsídios!
Pelo respeito pelas regras e leis na grande distribuição!
Lisboa, 14 de Dezembro de 2009


sábado, 26 de dezembro de 2009

Mulher Italiana tenta abraçar o PAPA

Mulher Italiana tentou Beijar, Abraçar, cumprimentar, agredir, maltratar, matar o PAPA?
Será que virou moda?


segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Neve na Covilhã

Aqui está um video retirado do site MeteoCovilhã, sobre a neve que caiu com grande intensidade ontem dia 20-12-2009


Solidariedade na Covilhã

Vinte pais-natal percorreram algumas aldeias da Covilhã, de moto, para distribuir presentes por algumas instituições. Levaram brinquedos e roupa, mas, sobretudo, palavras amigas.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

FRIO de bater o dente


O Instituto de Meteorologia (IM) alerta para uma descida acentuada da temperatura nos próximos dias, os valores podem descer abaixo dos zero graus, criando condições de frio que serão mais sentidas na madrugada de domingo. Haverá um aumento da intensidade do vento e uma nova descida da temperatura que se far-se-ão sentir inicialmente no interior do país, atingindo todos os distritos do na próxima segunda-feira.

A protecção civil recomenda que seja dada especial atenção:
1. À condução de veículos, nomeadamente nas vias propensas à formação de gelo, aumentando o perigo de acidentes rodoviários, pelo que se aconselha velocidades baixas;

2. Ao uso de várias camadas de roupa em vez de uma única peça de tecido grosso. Evitar o uso de roupas muito justas ou as que façam transpirar;
3. Às actividades físicas intensas que obrigam o coração a um maior esforço e podem até conduzir a um ataque cardíaco;
4. Aos sinais de hipotermia (corpo frio com tremuras, pele roxa e falta de reacção) ligue imediatamente para o 112.

Recomenda ainda alguns cuidados a ter com o aquecimento do lar.
Aquecer o lar pode provocar incêndios ou intoxicações. Assim:
 
1. Tenha cuidado com as lareiras; em locais fechados e sem renovação de ar, a combustão pode originar a produção de monóxido de carbono, um gás mortal;
2. Seja também cuidadoso com os aquecedores devido ao risco de acidentes domésticos, nomeadamente devido à sobrecarga dos quadros eléctricos.
3. Não seque roupa no aquecedor;
4. Afaste o aquecedor de cortinados, tecidos ou mobílias;
5. Se utiliza lareiras, use um resguardo próprio para evitar que qualquer faísca salte para fora;
6. Tenha um anteparo fixo para impedir uma possível queda de pessoas para o seu interior, especialmente crianças ou idosos;
7. Nunca use petróleo, gasolina ou álcool para atear a lareira.