quarta-feira, 6 de julho de 2011

Quero ser Cobrador do Estado

Esta coisa vale muito dinheirinho!
O estado Português vai pagar este ano de 2011 cerca de 4.7 milhões de Euros à EDP na forma de compensação por cobrar a taxa de audiovisual na factura da luz que emite. Num dos últimos actos de má gestão do anterior Governo, liderado por José Sócrates, esta compensação sofreu um aumento de 11%, valendo à EDP 0,0666 euros por cada factura. A taxa de audiovisual é de 2.25 € que servirá dizem eles, para financiar a RTP, também diziam que 0.03€ nos combustiveis eram para subsidiar as SCUT's e veja-se o atentado que se preparam para fazer às populações do Interior.
O documento assinado nos últimos dias, revela que, a partir de agora, a actualização será feita "anualmente à taxa anual de inflação prevista" no Orçamento do Estado. Só os consumidores não domésticos de electricidade que desenvolvam uma actividade agrícola estão isentos da taxa.
É por estas e por outras que Portugal está no LIXO.

Portugal no "LIXO"

Querem-nos colocar neste ponto?
Portugal foi ontem seguramente vitima de um ataque terrorista, por parte de uma das agências de rating dos Estados Unidos da América, ao colocar a rating da divida soberana no grau lixo. Provavelmente as outras duas Agências num acto de copy paste, tomarão ainda esta semana a mesma atitude concerteza. O que me espanta é que não vi até agora a União Europeia tomar medida alguma relativamente a este caso. Ainda recentemente, e a pretexto da ditadura de Kadafi esta mesma União europeia mandou para lá uns aviõeszinhos dizimar o País. O que se está a passar concretamente no casa das dívidas soberanas dos Países mais frágeis da Europa é sem dúvida a implementação de uma ditadura económica.
Há uma frase proferida no pós guerra (2ª guerra) por alguns alemães de então, que me levam a pensar o pior. "Perdemos a Guerra pelas armas mas havemos de vencer pela fome"
Pode-se pensar que estou a misturar UE com EUA, mas olhem que não !.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Fernando Nobre renunciou ao mandato de deputado

Pela primeira vez Fernando Nobre foi coerente nas suas afirmações. Durante a campanha afirmou que se não fosse eleito Presidente da Assembleia da República se demitiria de deputado. Pois bem, Fernando Nobre entregou a carta de demissão de deputado do PSD, na passada sexta-feira, ficando sem conhecer os corredores da Assembleia. O documento está nas mãos da presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves.
Nobre faltou aos dois dias de discussão do Programa de Governo nas passadas quinta e sexta-feira, deixando antever a decisão.  Ricardo Leite deverá ocupar o lugar deixado vago na bancada do PSD, segundo a lista do PSD que concorreu em Lisboa.

Manuela Moura Guedes manda em Passos Coelho?

Falemos hoje de uma situação muito mal esclarecida deste governo. Muito mal esclarecida e que nada dignifica nem o executivo, nem a nossa (parece que já) pobre democracia. Refiro-me ao episódio Bernardo Bairrão. O EXPRESSO desta semana fez um trabalho notável (e que convido o leitor a consultar com toda a atenção) sobre a história do secretário de Estado da Administração Interna que não o chegou a ser. No entanto, o episódio tem aspectos muito preocupantes e revela o primeiro sinal de fragilidade de alguns membros do governo e mesmo do Primeiro-Ministro:
a) Apesar de o Expresso no sábado afirmar que a história nada teve a ver com Marcelo Rebelo de Sousa, a verdade é que, na sequência de um texto meu anterior sobre o tema, recebi um mail de uma figura relevante do PSD a concordar com a minha tese (a de que Passos quis tramar Marcelo Rebelo de Sousa) e que o Professor será corrido da TVI dentro de 4 meses. Até porque Bernardo Bairrão demitiu-se do estação de Queluz de Baixo, afastando-se desta forma o grande entusiasta da contratação de Rebelo de Sousa. Se assim for, confirma-se que Passos Coelho não abdica dos métodos Socráticos de domínio da comunicação social. E Miguel Pais do Amaral, que na sequência de pressões do governo Santana Lopes tentou calar Marcelo, até já domina a TVI e grande aliado de Paulo Portas;
b) Manuela Moura Guedes ligou para Passos Coelho contra a inclusão de Bernardo Bairrão no governo. E foi aí que tudo se precipitou. Se assim foi, significa que o Primeiro-Ministro de Portugal tem medo de Manuela Moura Guedes! Então, decide-se em função de um SMS da jornalista que esteve para a SIC, mas já não vai? O casal Moniz manda em Passos Coelho. E Miguel Macedo ligou a Bernardo Bairrão para justificar que a saída se deve a pressões de vários lados. Ora, isto é digno de uma República das Bananas! Se o governo não consegue resistir a pressões pela nomeação de um secretario de Estado, quem nos garante que terá autoridade para tomar medidas dificéis indispensáveis para o futuro de Portugal? Quem nos garante que não ficará refém destas pressões? É um péssimo sinal...
c) Mais uma vez, nesta história, aparece a Ongoing, a empresa mais misteriosa deste país. Que tem nos seus quadros gente ligada a Passos Coelho. Será que a promotida privatização da RTP é uma cedência á Ongoing? Não sei...Mas que tudo isto é muito estranho, lá isso é. Entretanto, Portugal e os Portugueses sofrem...
P.S.- A Ongoing processou o Nicolau Santos, jornalista do Expresso, por uma opinião bem fundamentada e certeira. Quanto a mim, empresas que tentam silenciar pelo medo são sempre de desconfiar...digo eu...

texto de João Lemos Esteves no Expresso

Continuação do Capitulo anterior
Publicado no expresso

A saída de Bernardo Bairrão da lista de secretários de Estado foi o ponto final num processo de bastidores que se desenrolou em pouco mais de 24 horas. Um processo que começou com um SMS de Manuela Moura Guedes para o telemóvel do primeiro-ministro, na noite de domingo, e que acabou por envolver vários ministros numa tentativa de perceber se havia ou não algum 'caso' que pudesse impedir Bernardo Bairrão de transitar de administrador da TVI (Media Capital) para a equipa do Ministério da Administração Interna.
O núcleo político do Governo não chegou a nenhuma conclusão sobre as suspeitas mas ficou assustado com as pressões e deixou cair Bernardo Bairrão sem apelo, apesar de este ter sido formalmente convidado para o cargo uma semana antes, com o conhecimento de Passos Coelho.
Ao contrário do que fontes do Governo deram a entender, o recuo não teve nada a ver com a fuga de informação de Marcelo Rebelo de Sousa. Esteve, tão-só, ligado a guerras antigas da TVI, que foram ajustadas na semana passada. E a um clima epidérmico que a possível privatização da RTP provocou em grupos interessados. O calendário dos acontecimentos ajuda a esclarecer o caso mais estranho do Governo.
Segunda-feira, 20 de junho. Miguel Macedo convida Bernardo Bairrão para secretário de Estado da Administração Interna. O convite foi feito depois de Passos Coelho considerar uma ótima escolha e não achar impeditivo o facto do administrador da Media Capital ser contra a privatização da RTP. Bernardo Bairrão pediu dois dias para pensar.
Quarta-feira, 22 de junho. Bernardo Bairrão vai a Madrid falar com os espanhóis da Prisa, acionistas maioritários da Media Capital. Diz-lhes que vai aceitar o convite e telefona a Miguel Macedo.
Quinta-feira, 23 de junho. Já em Lisboa, Bernardo Bairrão informa os colegas de administração da Media Capital de que vai ocupar um cargo público.
Sexta-feira, 24 de junho. Bernardo Bairrão comunica a José Alberto Carvalho, diretor de informação da TVI, que vai ocupar um cargo público.
Sábado, 25 de junho. A administração da TVI decide que tem de informar a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) na segunda-feira sobre a saída de bernardo Bairrão, porque se trata de um "facto relevante" de uma empresa cotada em Bolsa.
Nesse mesmo dia, Marcelo Rebelo de Sousa é informado por um membro do Governo do PSD de que Bernardo Bairrão vai para a equipa de Miguel Macedo. Nesta altura, a informação é do conhecimento de todo o núcleo político do Executivo, que a considera uma "grande contratação".

Moura Guedes enviou SMS a Passos Coelho e a partir daí o medo de um 'caso' disparou


Domingo, 26 de junho, 18h30. Bernardo Bairrão sabe que Marcelo Rebelo de Sousa vai divulgar a sua saída e vai à TVI falar com o comentador. Por precaução, avisa Júlio Magalhães, pivô do "Jornal da TVI", para este não ser apanhado de surpresa no ar.
Domingo, 26 de junho, 20h. Marcelo Rebelo de Sousa divulga a ida de Bernardo Bairrão para o Governo. É aqui que tudo se precipita.
O momento pode ser assinalado com precisão porque decorre de um SMS enviado por Manuela Moura Guedes para o telemóvel de Passos Coelho e que levou o primeiro-ministro a levantar a questão a outros membros do Governo, para saber se existia algum 'caso' com Bernardo Bairrão.
O SMS levantava suspeitas antigas sobre alegados negócios de Bernardo Bairrão. Um tema que era falado nos meios jornalísticos, sobretudo depois da rápida saída do ex-diretor de programas da TVI, André Cerqueira, para o Brasil. Nessa altura circularam informações sobre alegados negócios de quadros da TVI com a TV Zimbo em Angola e o "Correio da Manhã" chegou a publicar uma notícia sobre isso. Mas nunca se soube nada de concreto.
Os factos públicos remontam ao tempo em que Bernardo Bairrão e José Eduardo Moniz eram muito próximos. A ponto de terem constituído uma sociedade em 2008 para prestarem serviços de consultoria no lançamento da TV Zimbo, de Angola. A sociedade teve vida curta, porque um ano depois a TVI estabeleceu um protocolo com os parceiros angolanos.
Mais tarde, a Plural (produtora da ficção da TVI) entrou como sócia minoritária na Plural Angola. Estas parcerias sucitaram comentários na estação de Queluz, sobretudo depois de Bernardo Bairrão ter ficado na administração que negociou a saída de José Eduardo Moniz da TVI e que afastou Manuela Moura Guedes dos ecrãs nas vésperas das legislativas de 2009.
José Eduardo Moniz é hoje vice-presidente da Ongoing, grupo interessado na privatização da RTP.
Foi este o tema que renasceu na noite de domingo, a ponto de assustar o primeiro-ministro, que tinha imposto regras claras de que ninguém com eventuais 'casos' jornalísticos ou judiciais devia entrar para o Governo.
Segunda, 27 de junho, início da manhã. Paulo Portas telefona a Miguel Pais do Amaral, homem-forte da Media Capital (e ex-patrão de Portas n'"O Independente") para saber se há algum problema na vida empresarial de Bernardo Bairrão. A resposta tranquiliza Paulo Portas, que informa o primeiro-ministro. À mesma hora, Miguel Relvas, ministro dos Assuntos Parlamentares, fala com Manuela Moura Guedes. Feito o balanço dos telefonemas, é decidido manter Bernardo Bairrão na lista.

Bairrão foi chamado ao MAI a meio de um almoço de despedida com Miguel Pais do Amaral


Segunda, 27 de junho, 11h. Passos Coelho leva a lista, com o nome de Bernardo Bairrão, ao Presidente da República.
Segunda, 27 de junho, 13h. Miguel Pais do Amaral almoça com Bernardo Bairrão no seu restaurante preferido de Lisboa, o Mezzaluna.
Segunda, 27 de junho, 14h30. No restaurante, Bernardo Bairrão recebe um telefonema de Miguel Macedo preocupado com pressões e insinuações que circulam. Bernardo Bairrão avança para o ministério. É aí que é confrontado com as informações sobre Angola e alegadas queixas da Ongoing, que tem ligações muito diretas à equipa de Passos Coelho.
Segunda, 27 de junho, 15h. Miguel Macedo chega à reunião do Conselho de Ministros ainda com Bernardo Bairrão na equipa. Mas as pressões continuam. Além de Manuela Moura Guedes e José Eduardo Moniz (que estava no Brasil, em representação da Ongoing) - e de cuja influência Miguel Macedo se queixou a várias pessoas esta semana -, a privatização da RTP fez o resto. Vários ministros receberam informações antes e durante o Conselho de Ministros sobre o 'caso' que podia atrapalhar o Governo nos seus primeiros dias de vida. Durante as duas horas de reunião há SMS a circular sobre o assunto, e as pressões alargam-se ao mundo empresarial, alegadamente a quem representa interesses diretos na privatização da RTP. Miguel Macedo percebe que está a perder o jogo.
Segunda, 27 de junho, 17h. O Conselho de Ministros acaba e Passos decide retirar Bernardo Bairrão da lista. Paulo Portas não terá sido informado logo da decisão. Miguel Macedo fica lívido mas obedece para não criar problemas ao Governo.
Segunda, 27 de junho, 18h. Bernardo Bairrão avança de novo para o Ministério da Administração Interna para reunir-se com Miguel Macedo. No caminho, percebe que as edições online dos jornais já dizem que o seu nome saiu da lista. Bairrão e Macedo combinam a frase das "razões políticas e pessoais", que vão repetir no dia seguinte como motivo da desistência.
Segunda, 27 de junho, 20h. No Governo, criam-se as habituais cortinas de fumo: a fuga de informação de Marcelo Rebelo de Sousa, o alegado desconhecimento do convite e o facto de Bernardo Bairrão ser contra a privatização da RTP. Mas o caso não passou por aí.
Terça, 28 de junho, 20h17. Um longo email de Bernardo Bairrão chega a todos os trabalhadores da TVI. Nele, o administrador reafirma que "mesmo perante os últimos desenvolvimentos" mantém a intenção de sair do grupo. Assume que parte "com a consciência tranquila de tudo ter feito para defender os interesses das empresas - TVI e Plural" a que esteve ligado. Diz ainda que viveu aqui "momentos bons, maus, péssimos e fantásticos" e que tomou "boas e más decisões, das que gostaríamos de poder voltar atrás para corrigir. Mas o tempo não volta atrás".
Contactada pelo Expresso, Manuela Moura Guedes "desmente totalmente" as informações recolhidas e garante não ter "qualquer relação pessoal com o primeiro-ministro", com quem contactou "apenas para o entrevistar para o 'Correio da Manhã'". Já José Eduardo Moniz considerou o assunto "uma imbecilidade" que, acrescenta, "não tem fundamento nem faz sentido". Acabado de chegar do Brasil, recusou acrescentar qualquer outro comentário

Última Hora

 ASAE obriga cafés a trocarem de mesa de matrecos devido ao tamanho do novo plantel do Benfica

FC Porto tem espiões no Benfica e no Sporting?

O FC Porto tem espiões no Benfica e no Sporting, segundo as conclusões da Polícia Judiciária à investigação que está a decorrer no futebol português, noticia o Correio da Manhã.
Na Luz, e segundo as informações recolhidas pelas autoridades, há um número de telefone atribuído a um elemento do corpo de dirigentes. Já em Alvalade, as suspeitas apontam para um funcionário que trabalhou muito perto dos dirigentes e outros agentes. No caso do Sporting, as suspeitas são mais antigas

terça-feira, 28 de junho de 2011

Secretários de Estado - NOVA EQUIPA

Aqui vai a lista de novos secretários de Estado do Governo PSD/CDS/TROIKA
Podem ler todos que não encontram o nome de Bernardo Bairrão, vetado por Passos Coelho.

Secretário de Estado da Cultura - Francisco José Viegas

Secretário de Estado do Orçamento - Luís Filipe Morais Sarmento

Secretária de Estado do Tesouro e das Finanças - Maria Luís Albuquerque

Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais - Paulo Núncio

Secretário de Estado da Administração Pública - Hélder Rosalino

Secretário de Estado Adjunto e dos Assuntos Europeus - Miguel Morais Leitão

Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação - Luís Brites Pereira

Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas - José Cesário

Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional - Paulo Braga Lino

Secretário de Estado da Administração Interna - Filipe Lobo D'Ávila

Secretário de Estado da Administração Patrimonial e Equipamentos do Ministério da Justiça - Fernando Santo

Secretário de Estado Adjunto do Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares - Feliciano Barreiras Duarte

Secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade - Teresa Morais

Secretário de Estado da Administração Local e Reforma Administrativa - Paulo Simões Júlio

Secretário de Estado do Desporto e Juventude - Alexandre Miguel Mestre

Secretário de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional - António Almeida Henriques

Secretário de Estado do Emprego - Pedro Miguel Silva Martins

Secretário de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação - Carlos Nuno Oliveira

Secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações - Sérgio Silva Monteiro

Secretário de Estado da Energia - Henrique Gomes

Secretária de Estado do Turismo - Cecília Meireles

Secretário de Estado da Agricultura - Diogo Santiago Albuquerque

Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural - Daniel Campelo

Secretário de Estado do Mar - Manuel Pinto de Abreu

Secretário de Estado do Ambiente e do Ordenamento do Território - Pedro Afonso de Paulo

Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde - Fernando Leal da Costa

Secretário de Estado da Saúde - Manuel Teixeira

Secretário de Estado do Ensino Superior - João Filipe Rodrigues Queiró

Secretária de Estado da Ciência - Maria Leonor Parreira

Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar - João Casanova de Almeida

Secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário - Isabel Maria Santos Silva

Secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social - Marco António Costa

Subsecretária de Estado Adjunta do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros - Vânia Dias da Silva

Secretário de Estado adjunto do Primeiro-ministro - Carlos Moedas

Secretário da Presidência e do Conselho de Ministros - Luís Marques Guedes

Estado de Graça!


comigo estáis tramados
Pois Bem, ao fim de pouco mais de uma semana de Governo de Passos Coelho o seu estado de graça terminou, pelo menos para mim, tornando-se assim no governo Português após o 25 de Abril que menos crédito me merece, em tão pouco tempo. Dirão que exagero o meu, talvez, mas vejamos.

Em campanha eleitoral dizia que o seu governo iria ter somente 10 ministros, afinal adicionou mais um e acabou por nomear 11. Afirmou também que iria ter um máximo de 25 Secretários de Estado afinal nomeia 35 e ainda teve tempo de vetar um nome (Bernardo Bairrão) porque este se tinha manisfestado contra a privatização da RTP e sobretudo. à quem comente por aí, para fazer birrinha a Marcelo Rebelo de Sousa, porque este de forma um pouco desbocada, como aliás já tinha feito com o anuncio da Candidatura de Cavaco Silva à Presidência da Républica, afirmou na sua habitual palestra domingueira, que o Administrador da TVI iria fazer parte dos eleitos para Secretário de Estado.
Mas temos mais, então o Homem arma-se em defensor dos dinheiros público e vai daí manda trocar o bilhete de avião para Bruxelas de executiva para económica e afinal de contas os membros do governo não pagam bilhete nas suas deslocações oficiais, prática aliás que já vem de há muitos muitos anos atrás. Esteve mal e mostra um total desconhecimento do funcionamento das Instituições.
Mas querem mais? Então aqui vai. Afirmou que a ele ninguem o ouviria falar do governo agora deposto e ao invés iria olhar em frente e trabalhar para que o nosso País tivesse futuro. Confesso que aplaudi a frase e quase lhe tirei o chapéu, pensei mesmo temos Homem. Afinal de contas da 1ª vez que se desloca a Bruxelas vem com ideias novas e diz. Como o Governo anterior não conseguiu controlar o défice das contas públicas vou ter que criar novas e mais drásticas medidas de austeridade, porque as que a TROIKA previu não chegam. Lembro-me perfeitamente que o Sr. Passos Coelho assinou conjuntamente com José Sócrates e Paulo Portas o memorando suicida da Troika, afirmando que era o melhor para todos nós e que não havia qualquer tipo de alternativa.
Quanto ao desempenho dos novos Ministros direi somente que o futuro a Deus pertence, mas um deles que ao que sei é tecnicamente bom, já começou a tropeçar na calçada, mostrando toda a sua fragilidade politica. Tratam-me por Álvaro!
Ok. Eu até estava a pensar tratá-lo por Sr. Ministro, mas já sei, a partir de agora e de cada vez que me referir a ele irei tratá-lo por tu cá tu lá, como se nos conhecemos e fossemos Amigos de longa data. Toma que é para aprenderes.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

NÃO às Portagens na A23, A24 e A25.


Dr. Luís Veiga

O movimento Empresários pela Subsistência do Interior vai apresentar 20 propostas para os deputados de Castelo Branco e Guarda defenderem na nova legislatura, mesmo contra a disciplina partidária, revelou à Lusa o porta-voz, Luís Veiga.



O documento, que prevê benefícios fiscais, apoios especiais e outras medidas para o interior, "foi preparado em conjunto com associações empresariais e com os próprios deputados quando ainda eram candidatos pelos distritos de Castelo Branco e Guarda", referiu.
Nos encontros, durante a campanha eleitoral, "ficou acordada uma reunião após as eleições para redigir uma declaração de compromisso de todos os deputados, em conjunto, para defesa dos interesses da região" e "eventualmente defender um plano de emergência para a região", explicou Luís Veiga.
O empresário espera que a declaração possa ser assinada no início de Julho com todos os partidos, "mesmo os que não conseguiram a eleição", e que comece a resultar em novas leis "o quanto antes".
Pretende-se que, pela primeira vez, "os deputados se agrupem dentro do parlamento, num espírito de representatividade da região, em vez de alinharem numa disciplina de voto que às vezes lhes é imposta e nem sempre defende o interior".
Apesar da crise, Luís Veiga acredita que "há margem para o Estado beneficiar o interior, até porque vai gerar mais receitas fiscais indirectas," e que "o Governo terá essa característica reformadora" sem afectar "os números a apresentar aos auditores externos".
O responsável salientou mesmo à Agência Lusa que "o Presidente da República reconheceu nas comemorações do Dia de Portugal, em Castelo Branco, que é necessário criar um conjunto de medidas para o interior, face à desertificação humana".
O documento com as 20 propostas propõe a cobrança de portagens nas SCUT do interior apenas para transportes pesados de mercadorias estrangeiros e defende a renegociação de concessões de águas e esgotos, cujos tarifários estarão a prejudicar o tecido empresarial.
É ainda proposto que emigrantes que tenham uma segunda residência na região possam votar pelo respetivo distrito, em vez de votar pelo círculo da emigração, e assim aumentar o número de deputados do interior.
Ao nível da fiscalidade, é proposta a implementação de benefícios que já existiram, como a redução da taxa de IRC e das contribuições para a Segurança Social.
O documento propõe a isenção de contribuições para a previdência de três a cinco anos na criação de novos empregos e o corte para metade da taxa de IRC.
É ainda proposta a supressão da tributação autónoma (considerando-se que os custos com viagens são essenciais dada a distância para os grandes centros), assim como a criação de novas linhas de crédito e agências de investimento.
Para acompanhar a defesa destes compromissos, a declaração a assinar com os deputados "prevê reuniões regulares subsequentes", concluiu Luís Veiga.
De acordo com aquele gestor do ramo hoteleiro, o núcleo duro do movimento engloba cerca de 50 empresários dos distritos de Castelo Branco e Guarda e respetivas associações de empresas, defendendo os interesses de cerca de oito mil firmas

Quinta dos Termos - Melhor vinho da Beira Interior


João Carvalho
 O vinho "Quinta dos Termos" foi o grande vencedor da quarta edição do concurso de Vinhos da Beira Interior. O vinho produzido por João Carvalho, no concelho de Belmonte, recebeu a Medalha DOC da Beira Interior. Segundo o empresário, "o prémio não é só para mim mas sim para todos os vinhos da Beira Interior porque há vinhos excelentes nesta região".
Os vencedores do concurso de Vinhos da Beira Interior, organizado pela Comissão Vitivinicola da Beira Interior em parceria com as Associações Empresariais da Guarda (NERGA) e de Castelo Branco (NERCAB) foram conhecidos no sábado à noite num jantar servido no Jardim do Paço em Castelo Branco e que juntou produtores de vinhos e jornalistas da área. O néctar produzido no concelho de Belmonte foi considerado o melhor vinho DOC da Beira Interior numa prova em que 13 provadores qualificaram 54 vinhos de 22 produtores. Outros dos vinhos da região premiado, com uma Medalha de Ouro, foi o da Quinta da Arrancada. A produzir desde 2006 este foi o primeiro reconhecimento da qualidade de vinho produzido por Paulo Lalanda, na freguesia do Ninho do Açor.
In Jornal do Fundão

Pinto da Costa não cai do 7º andar

Jorge Nuno Pinto da Costa, presidente do FCP, não caiu do 7º andar, logo não se magoou, mas perdeu André Villas Boas para o Chelsea de Roman Abramovich.
O futebol é assim mesmo, ainda ontem tinham casamento até que a morte os separasse, agora o divórcio. Convenhamos no entanto que o divórcio saiu bastante caro, igualando e até ultrapassando muitos que acontecem lá por Hollywood entre estrelas de cinema.
Mas, Pinto da Costa não perdeu tempo e fez avançar o nº 2 da época passada (Victor Pereira) para o comando da equipa, a ver vamos se a aposta é ou não frutuosa.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Assunção Esteves - Presidente da Assembleia da República


Depois da nega dos deputados a Fernando Nobre (Cata Vento), a Assembleia da República decidiu com 186 votos a favor, 41 votos em branco e um nulo eleger pela primeira vez na história, uma mulher para Presidente da Assembleia da República, 2ª figura na hierarquia da nossa Democracia.
Maria da Assunção Andrade Esteves nasceu em Valpaços a 15 de Outubro de 1956 (54 anos), e foi eleita deputada pela 1ª vez decorria o ano de 1987 (ano da maioria absoluta de Cavaco Silva), posteriormente foi Juíza no Tribunal Constitucional e Deputada no Parlamento Europeu.


sexta-feira, 17 de junho de 2011

Novo Governo de Portugal PSD / CDS-PP

Estes são os nomes dos novos governantes que para já estão a circular na comunicação social.
Desejo-lhes do fundo do coração, muito trabalho em prol dos mais desfavorecidos, o que infelizmente não acredito.


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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Abandono do euro e regresso à moeda nacional é única opção para Portugal

Nouriel Roubini
A única opção para restaurar competitividade e crescimento na periferia da zona euro é "abandonar o euro, regressar às moedas nacionais e conseguir uma maciça desvalorização nominal e real", considerou o economista Nouriel Roubini num artigo no Financial Times.
Num artigo publicado pelo jornal britânico, com o título de "A zona euro encaminha-se para a separação", o professor da universidade de Nova Iorque explica que a desvalorização do euro face ao dólar, a aplicação de reformas para aumentar a produtividade (o "caminho alemão") e a deflação são opções "pouco prováveis".
Como tal, "só há apenas uma outra maneira de restaurar a competitividade e o crescimento na periferia": a saída do euro e o regresso às divisas nacionais no caso dos países periféricos da zona euro, leia-se Grécia, Irlanda e Portugal.
Essa ideia, segundo Roubini, pode parecer hoje “inconcebível, mesmo em Atenas e Lisboa”, mas, refere o agora apelidado de “Doutor Realista” pela CNBC , “cenários que parecem hoje inconcebíveis podem não ser tão descabidos daqui a cinco anos, especialmente se algumas das economias periféricas estagnarem”.
A reestruturação da dívida “vai acontecer”, garante Roubini, que diz que a questão é apenas “quando (mais cedo ou mais tarde) e como (de forma ordenada ou desordenada)”, algo que, ainda assim, “não vai ser suficiente para restaurar a competitividade e crescimento”.
Se tal não vier a suceder, “os benefícios de [os países] se manterem [na zona euro] serão menores do que os benefícios de a abandonar, por muito atribulada e desordenada que essa saída venha a ser”.

A MINHA NOTA: Em plena Campanha Eleitoral que agora terminou um Lider partidário afirmou que este assunto devia ser colocado em cima da mesa para discussão. Logo os inteligentes da praça afirmaram que era uma ideia absurda tal como já o tinham e continuam a afirmar relativamente à reestruturação da divida pública.
Vamos ver o que o futuro nos reserva.

In Jornal I

Portugal é o quarto país com mais desemprego

Portugal é o quarto país do mundo desenvolvido com maior taxa de desemprego, que se situou, em abril, nos 12,6 por cento. Mais desempregados só na Espanha, Irlanda e Eslováquia, segundo a OCDE.
Portugal registou uma taxa de desemprego de 12,6 por cento, em abril, segundo os dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
Mais desempregados só Espanha, com uma taxa de 20,7 por cento, Irlanda, com 14,7, e Eslováquia, com 13,9.
Já o desemprego na zona euro manteve-se estável até abril, nos 9,9 por cento. Entre as 34 economias da OCDE, o valor baixou para os 8,1 por cento, com 44,1 milhões de desempregados.
Segundo os mesmos dados, entre as 34 economias do grupo, Portugal foi o segundo país onde o desemprego mais se agravou ao longo deste ano, ao subir 1,7 pontos percentuais.
Ainda entre os 34 da OCDE, não se registava uma descida do desemprego como no mês de abril, desde 2007. Apenas os Estados Unidos, o Japão, o Luxemburgo, o México e a Eslovénia registaram subidas.
Nos dados apresentados não estão incluidos alguns países como a Grécia, Islândia, Reino Unido ou Suíça.