quinta-feira, 20 de maio de 2010
O Saque fiscal???
sábado, 15 de maio de 2010
Hino ao Futebol Português
Agora que a Selecção Nacional de Futebol está a estagiar na nossa cidade, importa alertar para alguns aspectos negativos que imperam nesta industria.
domingo, 11 de abril de 2010
Pobres dos nossos ricos !
A maior desgraça de uma nação pobre é que em vez de produzir riqueza, produz ricos. Mas ricos sem riqueza. Na realidade, melhor seria chamá-los não de ricos mas de endinheirados. Rico é quem possui meios de produção. Rico é quem gera dinheiro e dá emprego. Endinheirado é quem simplesmente tem dinheiro. ou que pensa que tem. Porque, na realidade, o dinheiro é que o tem a ele. A verdade é esta: são demasiados pobres os nossos "ricos". Aquilo que têm, não detêm. Pior: aquilo que exibem como seu, é propriedade de outros. É produto de roubo e de negociatas. Não podem, porém, estes nossos endinheirados usufruir em tranquilidade de tudo quanto roubaram. Vivem na obsessão de poderem ser roubados. Necessitavam de forças policiais à altura. Mas forças policiais à altura acabariam por lança-los a eles próprios na cadeia. Necessitavam de uma ordem social em que houvesse poucas razões para a criminalidade. Mas se eles enriqueceram foi graças a essa mesma desordem (...)
MIA COUTO
Museu Virtual da RTP
O que é o PEC de Portugal
Privatize-se, pois claro!
«Privatize-se tudo, privatize-se o mar e o céu, privatize-se a água e o ar, privatize-se a justiça e a lei, privatize-se a nuvem que passa, privatize-se o sonho, sobretudo se for diurno e de olhos abertos. E finalmente, para florão e remate de tanto privatizar, privatizem-se os Estados, entregue-se por uma vez a exploração deles a empresas privadas, mediante concurso internacional. Aí se encontra a salvação do mundo... e, já agora, privatize-se também a puta que os pariu a todos.»
José Saramago - Cadernos de Lanzarote - Diário III - pag. 148
quinta-feira, 1 de abril de 2010
A educação de outros tempos
"Na Infância as escolas ainda não tinham fechado. Ensinavam-nos coisas inúteis como as regras da sintaxe e da ortografia, coisas traumáticas como sujeitos, predicados e complementos directos, coisas imbecis como verbos e tabuadas. Tinham a infeliz ideia de nos ensinar a pensar e a surpreendente mania de acreditar que isso era bom. Não batíamos na professora,
levávamos-lhe flores."
* Rosa Lobato Faria*
sábado, 20 de março de 2010
É de inteira justiça que o IC6 não pare
O secretário de Estado Adjunto, das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos, reforçou o compromisso de estender o IC6 de Coimbra à Covilhã, ontem, na abertura do sublanço Catraia dos Poços/Arganil. "É de inteira justiça que o IC6 não pare", referiu.
"Justiça" foi a palavra mais usada por Paulo Campos para justificar a aposta do Governo na melhoria das acessibilidades no Interior. "O que estamos a fazer não é mais do que a nossa obrigação. É de inteira justiça que estes investimentos sejam feitos aqui. É de inteira justiça que o IC6 não pare e chegue à Covilhã", defendeu, na abertura do sublanço Catraia dos Poços/Arganil, integrado na empreitada do IC6 Catraia dos Poços/Tábua, adjudicada por 49,1 milhões de euros.
Imediatamente antes, havia discursado o presidente da Câmara de Arganil, Ricardo Alves, que juntou às palavras de "gratidão" pelas obras projectadas para a região um recado: "Desejamos todos que a obra do IC6 prossiga até Oliveira do Hospital e, depois, nas ligações à Covilhã e à Guarda". O secretário de Estado Adjunto, com raízes ali perto, garantiu o "empenhamento total" do Governo no "desencravar" das regiões do Interior. E lembrou que algumas "ainda são servidas por estradas construídas na Monarquia".
Do IC6, falta concluir a ligação entre Tábua e Covilhã, estando em curso os estudos de impacte ambiental, explicou Paulo Campos aos jornalistas. Metas temporais, por agora, não há, mas o responsável do Governo reiterou a importância de estreitar as distâncias entre as regiões do Interior, exemplificando: "Não existem acessibilidades que possam interligar, adequadamente, Coimbra e Viseu; Coimbra e Castelo Branco; e Coimbra e Guarda. A construção do IC6, com o IC7 e o IC37, permitirá fazer essa interligação".
Mais emprego, menos acidentes
Paulo Campos não duvida: a obra que o levou a visitar Tábua e Arganil vai melhorar a vida dos habitantes, e não só na óptica do desenvolvimento económico, com a potencial atracção de empresas criadoras de emprego. O secretário de Estado Adjunto realça, ainda, o bem estar das populações, que, "durante anos e anos, contribuíram para que as estradas fossem realizadas no Litoral". E a prevenção da sinistralidade rodoviária: "Conheço muito bem esta zona, sofri aqui vários dramas, de pessoas com quem partilhei, por exemplo, os tempos de escola. A estrada antiga, a EN17, não tem condições de segurança", disse.
quinta-feira, 18 de março de 2010
José Trocas-te
Perante uma plateia de cerca de 200 pessoas reunidas no Pavilhão de Portugal para discutir a Estratégia Nacional para a Energia, o speaker apresentou o primeiro-ministro como José Trocas-te
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Assalto a Centro de Saúde da Covilhã
Os Larápios andam á solta
domingo, 31 de janeiro de 2010
T-Shirts na Faculdade
Estudantes da Covilhã vencem concurso europeu
Veja o vídeo do O Interior TV
Sporting da Covilhã á beira da descida de divisão
O Sporting da Covilhã anda de mal a pior. Aliado aos problemas que têm tido nos últimos tempos, os resultados também não ajudam em nada, se bem calha motivados exactamente pelos mesmos.
Hoje perdeu mais uma vez, desta feita em Freamunde e por 3 a 2., caíndo para o 15º lugar da tabela classificativa, isto é, em zona de despromoção.
O Presidente Sr. José Mendes afirmava no ínicio da época que os objectivos para esta temporada eram o de superar a classificação da época anterior, no entanto é o que se vê. Começou mal e parece que tarde ou nunca se vai indireitar, infelizmente.
Sporting da Covilhã e a sede.
Vá-se lá saber quem fala verdade. Sempre me pareceu esta história um tudo nada confusa. Leia com atenção a publicação que o Noticias da Covilhã fez.
Aconselho a lerem a edição impressa do Jornal Noticias da Covilhã
Aconselho a lerem a edição impressa do Jornal Noticias da Covilhã
Os Táxis e a Cidade 5 Estrelas
Esta insistência de cidade 5 estrelas, não tendo sequer estatuto para 2 estrelas começa a ser doentia.
Agora, porventura achando que fica mais económico aos cofres da Câmara, o Sôr Pinto optou por colocar a publicidade da cidade 5 estrelas nos táxis da cidade. Não sei qual o montante que a câmara vai dispender com o protocolo assinado com os Taxistas, mas não será barato concerteza. Mas o custo não vem ao caso, custe o que custar a iniciativa é boa porque o veículo de publicidade é notória, o problema centra-se só mesmo no slogan em si.
É que estamos tão mal colocados na maioria dos Ranking publicados que não dá mesmo para perceber a insistência, é que mesmo no preço da água, apesar do concelho ter muita, só aparecemos em 6º lugar no país como tendo a água mais cara, o que por si só nos retira uma data de estrelas. Também na qualidade de vida não aparecemos no top ten, logo menos um sem número de estrelas. No que ao poder de compra diz respeito estamos em terceiro lugar, aqui sim digna de uma medalha, mas .... em terceiro nos concelhos da Beira Interior, portanto menos x y z estrelas.
Mas o que dizem as 5 estrelas?
Hospitalidade - Tem toda a razão Sôr, o povo Covilhanense é bastante hospitaleiro, tradição dum bom beirão. Aqui ganha a estrela.
Inovação - Onde? só se forem as suas promessas que são cada vez mais inovadoras mas não exequíveis Sôr Pinto. Retira a estrela.
Proximidade - Sim estamos perto de Espanha. Meia estrela.
Tradição - A este nível todas as populações da Beira Baixa e Alta têm tradições seculares que teimosamente tentam preservar apesar da maioria dos Autarcas nomeadamente o Sôr Pinto tudo fazerem para esquecer, em nome do tão propagado progresso que não se vê. Ganha a estrela o POVO.
Lazer - Esta é boa. Refere-se a quê concretamente? Que infraestruturas de lazer o Sôr construiu para o concelho? AH! já sei as suas grandiosas obras de jardinagem, grandiosas pelo menos nos custos.
O Sôr Pinto devia mudar de rumo e arranjar um novo slogan de marketing para publicitar a cidade e o concelho. Mas publicidade só não chega, é necessário fazer obra para atrair novos investimentos para a região e fixar as pessoas.
É que sabe Sôr Pinto, os investidores não gostam de banha da cobra.
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