segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
sábado, 9 de janeiro de 2010
Carlos Pinto lidera contestação dentro do PSD
O Presidente da Câmara Municipal da Covilhã tem-se destacado nos últimos tempos, não por fazer um excelente trabalho à frente da autarquia covilhanense, mas pelo facto de estar a lutar por um lugar ao sol dentro do seu partido o PSD.
Ele sabe como ninguem, que tem a Câmara, que governa há muitos anos, talvez anos demais, praticamente ingovernável. Assim colocando-se ao lado da persona não grata do PSD (Pedro Santana Lopes), lidera um grupo de autarcas que pretendem dar uma safanada no partido para este abrir portas sabe-se lá, porventura a Alberto João Jardim que como todos sabem não esconde o remoto desejo de ser o líder nacional do partido laranja e para isso necessita destes ajudantes de campo.
No final de mais uma reunião que juntou hoje na Ericeira autarcas sociais-democratas, Carlos Pinto, adiantou que irá pedir uma audiência à presidente do partido para sensibilizar Manuela Ferreira Leite para a necessidade da convocação de uma reunião magna do PSD antes das eleições directas.
"O partido está concentrado apenas na frente parlamentar e tudo o resto está parado, silencioso. Deve ser convocado de imediato o Congresso, antes das directas, e depois dar a voz aos representantes dos militantes para que se possam pronunciar sobre a crise nacional. A questão das directas, a questão estatutária, é uma questão secundária face às circunstâncias que estamos a viver", disse.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
O colaborador
Armando Vara prometeu e cumpriu: prometera «retomar a actividade profissional» no BCP e aí está ele, a partir dos primeiros dias de Janeiro deste ano de 2010, de regresso às instalações do «maior banco privado português» em Taguspark, no concelho de Oeiras. Retomar a actividade profissional fora afirmado por Vara como «um direito» que entendia «assistir-lhe» a partir do momento em que «caiu» parte da acusação que sobre ele impendia, no processo «Face Oculta». O Expresso, sempre aplicado a apurar os lances das tranquibérnias, explicava esta semana em que consistia a «acusação que caiu»: tratava-se de uma fotografia, supostamente tirada pela PJ ao sucateiro Manuel Godinho transportando um envelope antes do encontro com Vara, que afinal não constava dos autos e terá, por isso, levado o juiz de instrução criminal a considerar «não existirem indícios fortes» de que o arguido Vara recebera os tais 10 mil euros do empresário de Ovar.
Portanto, salvo pela fotografia que não compareceu no processo, Armando Vara retomou tranquilamente a sua «actividade profissional» no topo do BCP, onde foi colocado pela administração num «trabalho de consultoria» à própria administração, e a troco de uns generosos 30 mil euros mensais. Se considerarmos que o ordenado do Presidente da República anda pelos sete mil euros, a consultoria de Vara, pelos vistos, vale mais de quatro vezes que todo o trabalho do mais alto magistrado da Nação...
Com um pormenor: o suspenso vice-presidente do BCP e arguido num processo de corrupção em investigação foi colocado pelos seus ex-pares de administração a lidar «com empresas não-financeiras do grupo BCP», o que parece levantar um paradoxo: por um lado, a recondução de Vara ao seio da administração do BCP faz prova de que a mesma administração confia na sua idoneidade, sem precisar de ilibações em tribunal, por outro, a sua colocação em áreas não-financeiras sugere cautelas que dizem o contrário, em matéria de confiança. Em que ficamos?
Aparentemente, a distinta administração do BCP quis exibir a sua própria idoneidade e rigor ao recolocar Vara em «áreas não-financeiras», como quem diz – mas sem o afirmar, que isto é tudo gente fina – que o BCP não entrega a gestão de dinheiros a arguidos suspeitos de corrupção.
Pois não. Apenas lhe entrega a gestão do próprio banco, ao reintegrá-lo no círculo da administração.
É regra na administração – seja ela pública, privada, nacional ou estrangeira – que qualquer funcionário ou responsável suspeito em casos de corrupção, no exercício de funções, deve ser suspenso dessas funções até ao apuramento dos factos.
No BCP, se as suspeitas atingem membros da sua administração, não são os membros a ser suspensos, mas as suspeitas.
Deve ter sido esta «gestão criativa» que levou o BCP ao título de «maior banco privado português», embora tal grandeza tenha dado com os burrinhos na água através de sucessivos imbróglios financeiros criados pelas suas administrações, a começar nas do seu fundador, Jardim Gonçalves, e desembocando na intervenção estatal, via CGD, para salvar o banco do naufrágio, o que permitiria ao Governo de José Sócrates colocar amigos do peito, como Armando Vara, no topo das novas administrações.
As mesmas que, agora, transformaram o arguido Vara num colaborador a 30 mil euros/mês. E viva o Portugal do Sócrates!
Henrique Custódio no Jornal o Avante!
Elvis Presley
Faria hoje 75 anos se fosse vivo.
Aqui deixo uma singela homenagem ao considerado por muitos como sendo o Rei do Rock
Tão amiguinhos que eles eram !
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Vesticon afinal encerra e deixa 95 no desemprego!
As confecções Vesticon no Tortosendo (Covilhã) vão encerrar e deixar 95 trabalhadores no desemprego, adiantou à Agência Lusa o presidente do Sindicato Têxtil da Beira Baixa (STBB), Luís Garra, que pede "uma investigação séria" à empresa.
"A administração anunciou que vai avançar com um processo de insolvência", explicou o dirigente sindical. Dentro da fábrica, o último dia do ano foi também o último dia de trabalho, sem qualquer garantia quanto ao pagamento do mês de Dezembro e 13º mês.
"Aos trabalhadores resta avançar com a suspensão ou rescisão dos contratos", conforme os casos, acrescentou. Dos 205 trabalhadores que existiam no início do ano, estão vinculados à empresa 55 que continuavam a trabalhar e outros 40 com contratos suspensos.
A Vesticon beneficiou durante 18 meses do pagamento de 50% dos salários por parte da segurança social, período após o qual os salários começaram a atrasar-se e a que se seguiu um primeiro processo de insolvência, em Março.
Na ocasião, foi apresentada uma proposta de reforço de capital com um sócio inglês "que nunca apareceu", recordou Luís Garra, ao mesmo tempo que "o administrador principal se nomeava a ele próprio como administrador único, que depois abandona a empresa".
"Este processo justificava só por si uma investigação muito séria", sublinhou.
Para o sindicalista, a Segurança Social deveria desencadear uma averiguação do que se passou na gestão da Vesticon. "Se lá meteu 50 por cento dos salários durante 18 meses e no fim se entra num processo de destruição da empresa, a Segurança Social tem todo o direito e até o dever de desencadear essa investigação".
Sem apontar nomes, Luís Garra recusa-se a levantar suspeitas: "foram questões conjunturais, má gestão? Não podemos pensar que é sempre má fé, mas no mínimo deve averiguar-se. Em qualquer país civilizado é uma questão natural, não é nada que tenhamos que exigir".
Burj Khalifa no Dubai tem 828 metros de altura e 900 apartamentos
Foi hoje inaugurado o edificio mais alto do Mundo. Situa-se no Dubai, onde mais podia ser.
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Noticias Internacionais
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Lula, o filho do Brasil
O filme "Lula, o filho do Brasil", sobre a vida do presidente da república daquele país, atraiu cerca de 220 mil espectadores na sua estreia que aconteceu no passado fim de semana.
Veja o Trailer
Código de Telemóvel que protege chamadas descodificado
Agora com esta decifração das conversas dos telemóveis é que estou tramado... nem à política me posso dedicar...
Um investigador alemão revelou que conseguiu descodificar o código de encriptação utilizado na maioria dos telemóveis, baseados na tecnologia GSM, que permite proteger as conversas dos utilizadores.
A revelação foi feita publicamente por Karsten Nohl, um investigador alemão que passou os últimos cinco meses a analisar o algoritmo utilizado para encriptar as chamadas feitas através da tecnologia GSM, o standard de comunicações móveis mais comum do mundo, que está presente em mais de 4 mil milhões de aparelhos.
Em declarações à BBC o especialista em informática revelou que ao divulgar o resultado da investigação pretendeu «informar as pessoas sobre esta vulnerabilidade». «Esperamos criar mais pressão junto dos consumidores para pedirem uma melhor encriptação» dos telemóveis, sublinhou.
A divulgação da análise ao código teve lugar no Chaos Communication Congress, onde Karsten Nohl defendeu que este sistema é «inadequado».
Reagindo ao anúncio do investigador uma porta-voz da GSM Association, o organismo que regula a tecnologia GSM e o seu desenvolvimento, disse que o trabalho feito pelo especialista é «altamente ilegal», apesar de Karsten Nohl ter dito à estação britânica que só publicou os pormenores da sua investigação depois de consultar os seus advogados.
Em causa está a descodificação do algoritmo A5/1, criado em 1987 e desde então utilizado pela maioria das operadoras de telecomunicações móveis, que evita a intercepção das chamadas. Segundo Karsten Nohl qualquer pessoa com pouco investimento e alguns conhecimentos em informática conseguirá desbloquear os sinais de milhares de milhões de telemóveis em todo o mundo. Vários analistas consideram que a divulgação desta investigação é bastante perigosa, pois coloca estas ferramentas nas mãos de criminosos.
"branqueamento do fascismo" diz Jerónimo de Sousa
No dia em que passam 50 anos sobre a fuga do líder histórico dos comunistas, Álvaro Cunhal, e de outros presos políticos do Forte de Peniche, "assistimos a uma poderosa operação de branqueamento do fascismo", defendeu Jerónimo de Sousa.
Fonte: Expresso
domingo, 3 de janeiro de 2010
Belmiro de Azevedo quer escravizar trabalhadores ?
"Não acredito nesse anúncio de greve para a véspera de Natal e que os sindicatos sejam duplamente irresponsáveis: criar desconforto a milhões de portugueses por um pequeno ataque de baixa qualidade. Segundo - e seria muito mais grave - ousem formar algum movimento e não deixar trabalhar quem quer",
Estas foram as palavras intimidatórias, proferidas à rádio Renascença, por Belmiro de Azevedo patrão da Sonae a propósito da intenção dos trabalhadores das grandes superficies fazerem greve para defenderem os seus direitos, no passado dia 24 de Dezembro que acabou por não ocorrer.
Por mim sou totalmente solidário com a luta dos trabalhadores, apelando a que façamos nós consumidores, um boicote cerrado às compras nos hipermercados deste senhor. Por mim vou de imediato mandar cancelar as assinaturas de telemóvel da Optimus, não comprarei mais nada no Modelo e Continente, mandarei cancelar a assinatura Clix assim como nunca mais irei ler o Jornal o público, tudo pertença do grupo Sonae.
Não á escravidão dos trabalhadores das grandes superficies.
Conheçam as razões da luta destes trabalhadores.
A proposta das empresas da “Distribuição Moderna” é desumana porque quer legalizar e generalizar algumas práticas ilegais que já vêm pontualmente praticando, e fazem a vida dos/as trabalhadores/as num “inferno”, com as chamadas escalas diárias, ou seja, todos os dias um horário diferente.
Querem acrescentar-lhe a chamada adaptabilidade, (horário médio) até mais 4 horas diárias de trabalho gratuito, no máximo de 60 horas por semana, prolongadas por dezenas de semanas consecutivas, com o recurso ao banco de horas (saco de horas) que sendo a mesma coisa, acresce mais 200 horas a mais de trabalho gratuito.
A tudo isto, as empresas ainda querem para si mais um direito fundamental o poder de unilateralmente fixarem “de véspera” o acréscimo do horário, por essa forma adquirirem o direito de em cada dia alterarem o horário de entrada e saída (ou os dois) no dia seguinte, manipulando e determinando a vida dos trabalhadores e suas famílias.
Esta proposta coloca na mão das empresas, seus representantes nos locais de trabalho, o imenso e unilateral poder de em cada dia fixarem para o seguinte 12 horas de trabalho, mais 1 ou 2 horas de intervalo para refeição, retendo os trabalhadores/as 13 ou 14 horas no local de trabalho e ainda alterarem, todos os dias, hora de início e de termo do horário de trabalho, com isso criando uma desumana relação de trabalho que faria a vida dos/as trabalhadores/as num “inferno”.
Nuns dias podem mandá-los apresentar-se ao trabalho 4, 3, 2 ou 1 hora a mais, antes do início da hora normal de trabalho, noutros ordena-lhe que trabalhem mais 1, 2, 3, ou 4 horas depois de terminado o horário normal e noutros umas horas antes e outras horas depois do período normal de trabalho, é a isto que governantes e patrões chamam de flexibilidade e banco de horas, e os trabalhadores, mais prosaicamente, trabalham “escravo”.
Um exemplo deste poder imenso que eles querem para liquidar a saúde e a vida familiar e social dos trabalhadores
Um trabalhador tem o horário de segunda a domingo: das 12 às 16 horas e das 17 às 21 horas, com apenas 1 hora de intervalo para refeição (a maioria tem 2 horas de intervalo).
Aplicando a proposta das empresas de “adaptabilidade e ou banco de horas”, ou seja de trabalho gratuito a mais, ordenado de véspera ou não. Em cada dia o responsável da secção, sector ou serviço pode impor (o trabalhador passa a ser obrigado a obedecer desde que negociado pelos sindicatos) o horário para o dia seguinte, exemplo:
Recorda-se o horário do trabalhador fixado no mapa de horário afixado, tem início às 12 e termo às 21 horas, que não é pratica generalizada, porque as empresas violam as normas do Contrato Colectivo de Trabalho ainda me vigor.
Na segunda está de descanso, telefonam-lhe a dizer que na terça vens fazer mais 4 horas depois das 21, entras às 12 fazes o teu horário normal até às 21 horas, e trabalhas em regime de adaptabilidade ou para o banco de horas, conforme opção da empresa, mais 4 horas, até à 1 hora da manhã, e vão 12 horas de trabalho.
Na terça, no final do dia, simplesmente, dizem-lhe que na quarta vens fazer mais 4 horas depois das 21, entras às 12 fazes o teu horário normal até às 21 horas, e trabalhas no regime de adaptabilidade ou para o banco de horas mais 4 até à 1 hora da manhã, e vão mais 12 ...
Na quinta está de descanso, telefonam-lhe a dizer que na sexta vens fazer mais 4 horas antes das 12, entras às 8 e depois fazes o teu horário normal das 12 às 21 horas, e vão mais 12 horas de trabalho ...
Na sexta o chefe diz-lhe: sábado vens fazer mais 2 horas antes das 12, entras às 10, segue-se o teu horário normal das 12 às 21 horas, e a seguir, porque é sábado as vendas aumentam, precisamos muito de ti cá, fazes mais 2 das 21 às 23 horas, e vão mais 12....
No sábado dizem-lhe, simplesmente, amanhã domingo vens às 10 horas e trabalhas até às 23 horas, e vão mais 12 horas de trabalho.
No conjunto trabalhou 60 horas na semana, espectacularmente, foi respeitado o horário fixo, os 2 dias de descanso e os 5 de trabalho e ainda as 11 horas de descanso entre jornadas de trabalho impostas pela lei.
Este exemplo pode ser aplicado a quaisquer horário, com ligeiras adaptações, semanas e semanas a fio …
E assim sucessivamente, semana após semana, até adoecer ou se despedir porque não aguenta mais os problemas familiares, ou então junta-se aos outros colegas e pára o trabalho até o abuso terminar e a empresa respeitar a saúde, a vida, a família e a dignidade de todos os trabalhadores.
Nas lojas com menor amplitude de abertura, em vez de 2 passam a precisar apenas de 1 trabalhador para fazer todo o horário da secção ou sector.
Para evitar esta experiência muito traumática, que alguns já provaram e sabem ser insuportável, recusamos negociar estas desumanas barbaridades, contrárias à saúde, à vida, à família e à dignidade dos trabalhadores, que têm em vista aumentar o imenso poder unilateral das empresas e seus representantes nos locais de trabalho, a obtenção de trabalho gratuito para reduzir custos, diminuir o emprego e aumentar lucros.
Recusamos também aumentar ainda mais a precariedade, com motivos para contratar a termo e em alternativa exigimos a reposição da legalidade, ou seja a passagem a efectivos dos trabalhadores contratados a termo a ocupar postos de trabalho permanentes.
De igual modo exigimos um aumento salarial que actualize os baixos salários praticados na grande distribuição, a maioria ao nível ou próximo do salário mínimo nacional, apesar do desmesurado crescimento e lucros dos grupos e empresas da grande distribuição.
Vamos para os locais de trabalho mobilizar os trabalhadores para uma jornada de luta – greve - na véspera do Natal e mandatar o CESP/FEPCES decidirem, caso se justifique, avançar em Janeiro 2010, com outro dia de greve, emitindo os respectivos pré-avisos de greve.
A luta prosseguirá até que as Empresas e a APED assumam posições negociais razoáveis, respeitem os direitos humanos básicos e actualizem os salários dos trabalhadores.
Contra as propostas desumanas das empresas da grande distribuição!
Pela defesa dos direitos, da dignidade, da saúde e da harmonização da vida
profissional com a vida familiar, social e cultural a que todos têm direito!
Pela actualização dos salários e subsídios!
Pelo respeito pelas regras e leis na grande distribuição!
Lisboa, 14 de Dezembro de 2009
O video proibido Earth Song - Michael Jackson
Começo o ano com um vídeo que muitos de nós nunca tiveram oportunidade de ver, pois os Estados Unidos não autorizaram a sua passagem lá pelas terras do Tio Sam, logo no resto do Mundo pouco ou nada se viu. Interessa referir que este foi um dos maiores exitos de Michael Jackson, sendo mesmo nº 1 durante largos meses nos top's europeus.
Veja, então, o que os americanos nunca mostraram de Michael Jackson.
Filmado na Africa, Amazonia, Croácia e New York.
Emocionante!
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Feliz 2010
A todos os Amigos, leitores do Blogue OURO DA ESTRELA, desejo um Feliz Ano Novo. Que o ano 2010 vos traga muitos êxitos quer a nível pessoal quer a nível profissional.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Unhais da Serra na Liga dos Últimos
O Programa de televisão A Liga dos Últimos emitido pela RTP N, visitou o nosso concelho recentemente o que não é bom para o desporto regional, digo eu. A freguesia escolhida foi Unhais da Serra, em "homenagem" ao campeonato menos bom que o clube está a realizar esta temporada. O Unhais da Serra que ainda no ano passado participou nos Nacionais de Futebol, gerando alguma euforia à volta da equipa, não consegue este ano singrar nos campeonatos distritais. Elevou-se a fasquia em anos anteriores e agora paga-se a factura. No desporto como em qualquer outra actividade, e até na nossa vida particular, necessita-se ponderação e bom senso e não embarcar em emoções que podem levar à queda abrupta.
Aqui fica o vídeo.
sábado, 26 de dezembro de 2009
Casa Pia - para quando o fim do processo?
Esta entrevista já ocorreu há mais de 1 mês mas continua perfeitamente actual. Pedro Namora faz uma análise séria e de coragem.
Faça o seu próprio julgamento.
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