sábado, 3 de outubro de 2009

Portugal não pode contentar-se com os restos de Espanha


A qualidade e quantidade de água que entra em Portugal, através do Tejo Internacional, tem de ser fiscalizada, no sentido de preservar os ecossistemas e de não comprometer, em última instância, o desenvolvimento regional.
Os espanhóis enchem um garrafão de cinco litros de água, mas a Portugal só chega um copo meio cheio.

Intermarché da Covilhã é o supermercado mais barato da região


Uma família da Covilhã que privilegie as marcas e faça uma média de 250 euros de compras por mês gastará quase mais 590 euros por ano se as fizer no Continente ou no Pingo Doce do que se optar pelo Intermarché. Este supermercado assume-se, de resto, como o mais barato na região em produtos de marca e é o sexto com preços mais baixos a nível nacional, segundo um estudo da Deco para a revista “Proteste”, divulgado na semana passada.

No total, a “Proteste” visitou 551 lojas em 114 cidades do país e analisou 100 produtos de marca, para um cabaz familiar, mercearia e frescos, tendo passado pela Covilhã, Fundão, Gouveia, Seia e Guarda. Na Covilhã, a revista mensal da Deco conclui que não só o cabaz é mais barato no Intermarché, como também se consegue aqui poupar no que toca à mercearia e frescos. Seguem-se depois o Pingo Doce e o Continente, em “exequo” no campeonato dos produtos de marca com preços mais baixos, sendo que o último está em segundo lugar no que se refere à mercearia e frescos. A grande diferença nos preços encontra-se nos frescos dos supermercados Intermarché e Pingo Doce: neste paga-se mais 63,68 euros por cada 250 euros de compras realizadas do que no primeiro.
Curiosamente, no Intermarché localizado na cidade vizinha do Fundão gasta-se mais 41,66 euros no cabaz do que na loja da Covilhã. Na cidade fundanense, é no Pingo Doce que se consegue economizar mais em produtos de marca e o Modelo aparece com os preços mais elevados. No entanto, é também aqui que se encontram os melhores preços na área dos frescos.
No caso da Guarda, poupa quem opta por fazer compras no Pão de Açúcar, instalado no Centro Comercial Vivaci, que apresenta os melhores preços mais baixos nas três áreas estudadas pela Deco. Em segundo lugar está o Modelo e depois o Pingo Doce – que estão, porém, empatados quanto a artigos de mercearia. Quem preferir o Pão de Açúcar gasta menos 13,63 euros do que se escolher o Modelo e menos 15,91 do que um cliente do Pingo Doce. Outra das conclusões deste estudo da Deco (www.deco.proteste.pt) é que os artigos mais baratos do Pão de Açúcar se encontram na secção da mercearia. Na cidade guardense, a maior diferença de preços está também nos frescos. Quem for cliente Pão de Açúcar economiza 22,92 euros, para os mesmos 250 de compras.
Já em Seia, foram alvo de estudo o Intermarché e o Pingo Doce, sendo que o supermercado do grupo Os Mosqueteiros leva a melhor no cabaz, mercearia e frescos. A diferença mais acentuada está no cabaz: quem compra no Pingo Doce desembolsa mais 18,52 do que quem vai ao Intermarché. Embora esta loja ganhe também em mercearia e frescos, os preços dos dois supermercados são aproximados. Em relação a Gouveia, só foi estudado o Super Shop. Quem faça habitualmente compras na “cidade-jardim”, mas tenha oportunidade de passar por Seia, o melhor é parar no Intermarché da cidade vizinha e aproveitar para encher a despensa e poupar 11,57 euros em marcas, sendo que não vale a pena trocar o Super Shop pelo Pingo Doce (mais 6,64 euros por cada 250).
Feitas as contas ao conjunto de lojas da região, o Intermarché da Covilhã só consegue ser igualado pelo seu homónimo de Seia e apenas em matéria de mercearia. Já no topo da lista dos mais dispendiosos em matéria de cabaz, conta-se o Modelo do Fundão, que também é o mais caro em mercearia. Em frescos com valores mais elevados está o Intermarché da mesma cidade.
In Jornal o Interior

Queda de avião na Covilhã


Um avião despenhou-se este sábado durante um festival aéreo na freguesia de Boidobra, Concelho da Covilhã.

Os dois tripulantes do avião, o piloto e uma jornalista, sofreram ferimentos ligeiros, afirmou o comandante dos bombeiros voluntários da Covilhã, José Flávio.
O avião é um Chipmunk, uma aeronave histórica da aviação portuguesa, que pertencia a um clube suíço que participa no festival, adiantou a mesma fonte.

Ver mapa maior

A jornalista que sofreu ferimentos ligeiros quando o avião em que seguia se despenhou, num festival aéreo na Covilhã, estava a fazer o seu baptismo de voo, relatou a própria à Lusa.


Cátia Gaudêncio, jornalista da Localvisão, e o piloto da aeronave, que também ficou ligeiramente ferido, tiveram alta pelas 20h30. «Foi tudo demasiado rápido para perceber o que se passou», disse, à saída do Hospital da Covilhã.

Cátia e uma colega estavam no aeródromo da Covilhã a realizar uma reportagem sobre o festival aéreo da Covilhã. Surgiu então «uma oportunidade de fazermos um baptismo de voo e eu fui primeiro», explicou, acrescentando que, após 15 minutos no ar, «estava tudo a correr bem».

«Estivemos mais tempo no ar só à espera que a pista ficasse desimpedida. Lembro-me de o Didier [o piloto] me dizer que daí a um minuto íamos aterrar. Mas numa manobra que não era nada de especial, alguma coisa correu mal e de repente só vejo árvores à minha frente e pensei: o avião já não vai conseguir subir», descreveu.
«Foi quando batemos e parece que o Didier ainda o conseguiu pôr direito, senão podia ter sido muito grave», acrescentou.
A parte da frente do avião «ficou caída e eu presa no cinto», de onde foi retirada pelo piloto, que «foi incansável». «Saímos do avião e esperámos pelos bombeiros, que nos imobilizaram, e chegou a ambulância», referiu.
Com uma ligadura no braço e algumas escoriações visíveis, Cátia disse que, depois deste baptismo de voo, prefere não pensar quando voltará a voar: «Apesar de tudo e das dores que ainda tenho agora, não estou traumatizada. Mas a próxima vez não será tão cedo.»


Veja o Video RTP


sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Director do Público anuncia saída


O director do jornal ‘Público', José Manuel Fernandes, anunciou esta quinta-feira à redacção do diário a sua saída do cargo a partir do dia 31 de Outubro. Bárbara Reis será a nova directora do jornal.
A decisão de José Manuel Fernandes foi comunicada num plenário de redacção. Aos jornalistas do ‘Público', o ainda director sustentou que a decisão de abandonar o diária foi tomada em Julho passado e que nada tem a ver com os acontecimentos da última semana.
Nas últimas semanas, José Manuel Fernandes tinha estado em negociações com a Sonaecom, que pertence a Belmiro de Azevedo, para chegar a um acordo quanto à rescisão de contrato.
Além de Bárbara Reis, a nova direcção vai ser constituída por Nuno Pacheco, Manuel Carvalho, Miguel Gaspar e Sónia Matos.
Não resistiu ao escândalo das escutas, e agora?
Será que vai para assessor do Sr. Presidente da República?

Reciclagem de desperdícios têxteis gera telas para isolamento acústico


Numa altura em que tanto se fala de parceriais, o maior lavador de lãs da Europa, a Têxtil Manuel Rodrigues Tavares, da Guarda, aliou-se a um produtor de feltros, a Ibérica Feltros Industriais, Lda., da Covilhã, e após a adição dos necessários tratamentos antifogo e antitraça, branqueamento e adição de fragrâncias nasceram as telas para isolamento térmico e acústico isowool. Este produto existe em duas variedades, a partir de lã virgem ou reciclada, com telas de 10 ou 40 milímetros de espessura.

O recurso à lã nos isolamentos é habitual no Norte da Europa já há muitos anos, diz Pedro Tavares, da Têxtil Rodrigues Tavares, mas por cá há ainda muitas mentalidades a mudar. Até porque, diz João Paulo Oliveira, director de marketing da Ibérica Feltros, "está tudo preparado para as grandes multinacionais e lobbies das lãs minerais e dos poliestirenos, mesmo havendo soluções mais eficientes e amigas do ambiente".

O princípio da preservação do ambiente está presente em todos os artigos do grupo. É o caso do iber-acoustique, o termotêxtil composto de diversas densidades, com longa tradição na indústria automóvel pelos bons resultados na absorção acústica, e que resulta da reciclagem de fibras diversas, desde alcatifas, carpetes, roupas, e todo o tipo de materiais têxteis devidamente desinfectados e tratados. "Recolhemos mensalmente um milhão de quilos de desperdícios têxteis por mês nas fábricas", calcula Nuno Madeira, sócio-gerente da Ibérica Feltros e da Jomafil, a casa-mãe e que se dedica à reciclagem de desperdícios têxteis desde os anos 60. Com 30 trabalhadores e um milhão de facturação, a empresa tem ainda o iberagro, uma manta de fibras biológicas que é absorvida pela natureza, que proporciona a autofertilização dos solos, protegendo-os da erosão.
Num outro segmento, o grupo Manuel Rodrigues Tavares - três empresas, 300 trabalhadores, 10 milhões de euros de vendas - adquiriu a Benjamim Júnior, especialista em fios retorcidos. Criou o 'fio de fantasia reciclado', com o qual produz artigos diversos, como carpetes, carteiras, cachecóis. Em fase final de de-senvolvimento está um fio de lã com fibras metálicas, que terá propriedades condutoras e que se destinará ao fabrico de alcatifas para os aviões. Uma inovação que resulta de uma joint-venture com uma produtora de alcatifas espanhola.

Para descontrair um pouco de tanta agitação politica

Objectos animados

Rio de Janeiro recebe Jogos Olímpicos em 2016



O Rio de Janeiro vai organizar os Jogos Olímpicos em 2016 anunciou hoje o presidente do Comité Olímpico Internacional.

Pelo caminho ficaram as candidaturas de Madrid (Espanha), Chicago (EUA) e Tóquio (Japão).
Será a primeira vez que o Brasil organiza o maior evento desportivo do Mundo. Recorde-se que em 2014 recebe o Campeonato do Mundo de Futebol.
Depois disto, milhares de cariocas reunidos na praia de Copacabana comemoram efusivamente a escolha do Comité Olímpico Internacional, enquanto na capital dinamarquesa os membros da delegação brasileira, liderada pelo Presidente Lula da Silva, abraçam-se e agitam bandeiras.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Plano de viabilização da Qimonda aprovado em assembleia de credores


O plano de viabilização da Qimonda foi hoje aprovado em assembleia de credores. O plano, que foi aprovado por 95 por cento dos votos, prevê uma redução de 330 trabalhadores, a continuidade do negócio de semicondutores e a entrada em novos nichos de mercado especializados.

O plano de reestruturação prevê o despedimento colectivo, a partir de 2 de Outubro, de 330 dos 1000 funcionários da empresa. No entanto, dos restantes 770 trabalhadores apenas 230, que estão na manutenção da empresa, têm o emprego garantido.
Aos funcionários, a empresa deixou a garantia de que quem rescindir amigavelmente terá direito a indemnizações e ao subsídio de desemprego. Os trabalhadores têm até sexta-feira para tomar uma decisão.
A Qimonda quer ainda saber quantos trabalhadores aceitam prolongar o "lay-off", a partir de 4 de Novembro, dia em que terminam os seis meses de paragem temporária de trabalho, e que só poderá ser prolongado com o acordo dos trabalhadores.

No entanto, e uma vez que por lei, o "lay-off" não se poderá prolongar para além de Abril de 2010, a empresa vai, a partir dessa altura, despedir os trabalhadores de que ainda não necessite na altura, deixando em aberto a possibilidade de os voltar a contratar.

Novas apostas
A assembleia de credores viabilizou também a continuidade do negócio nos semicondutores e a entrada em novos nichos de mercados especializados, para os quais a empresa já tem acordos de princípio.
Armando Tavares, presidente da empresa, revelou que a empresa "manterá de grosso modo, a actividade centrada no negócio de semicondutores", no entanto, recusou-se a divulgar quais os parceiros com quem está a negociar devido a "regras negociais".




Submarinos comprados por Paulo Portas


Três escritórios de advogados de Lisboa estão desde esta manhã a ser alvo de buscas por investigadores do Ministério Público, no âmbito de um processo relacionado com a aquisição de dois submarinos U-214 adquiridos pelo Estado português no tempo em que Paulo Portas era Ministro da Defesa.


Os escritórios de Lisboa das sociedades de advogados Vieira de Almeida & Associados, Sérvulo & Associados e Uría Menendez estão a ser alvo de buscas. Uma notícia inicialmente avançada pela revista Sábado dava conta de que elementos do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) estariam nos dois primeiros escritórios à procura, entre outros documentos, do contrato de financiamento associado à aquisição dos submarinos ao Germain Submarine Consortium (GSC).

O Negócios confirmou, entretanto, que as diligências envolvem ainda a Uría Menendez, sociedade que, à semelhança das duas restantes, esteve envolvidas na assessoria jurídica a um dos consórcios – ou às instituições que o financiaram – que participou no concurso público para compra dos dois submarinos.
In Jornal de Negócios


Video da Comunicação do Presidente da Republica 29-09-2009


TVI e José Eduardo Moniz voltam a encontrar-se ?


Fonte: Público

Cavaco Silva quebra o silêncio?

"O Presidente da República fará hoje dia 29 de Setembro, às 20h00, uma declaração à comunicação social", refere uma nota divulgada no site da Presidência da República.
A nota não faz qualquer referência ao assunto que será objecto da declaração do Chefe de Estado, mas o que é certo é que Cavaco Silva tem sido pressionado a falar sobre o alegado "caso das escutas".

Será que tem alguma coisa para dizer depois de tanto silêncio?