terça-feira, 29 de setembro de 2009

Plano de viabilização da Qimonda aprovado em assembleia de credores


O plano de viabilização da Qimonda foi hoje aprovado em assembleia de credores. O plano, que foi aprovado por 95 por cento dos votos, prevê uma redução de 330 trabalhadores, a continuidade do negócio de semicondutores e a entrada em novos nichos de mercado especializados.

O plano de reestruturação prevê o despedimento colectivo, a partir de 2 de Outubro, de 330 dos 1000 funcionários da empresa. No entanto, dos restantes 770 trabalhadores apenas 230, que estão na manutenção da empresa, têm o emprego garantido.
Aos funcionários, a empresa deixou a garantia de que quem rescindir amigavelmente terá direito a indemnizações e ao subsídio de desemprego. Os trabalhadores têm até sexta-feira para tomar uma decisão.
A Qimonda quer ainda saber quantos trabalhadores aceitam prolongar o "lay-off", a partir de 4 de Novembro, dia em que terminam os seis meses de paragem temporária de trabalho, e que só poderá ser prolongado com o acordo dos trabalhadores.

No entanto, e uma vez que por lei, o "lay-off" não se poderá prolongar para além de Abril de 2010, a empresa vai, a partir dessa altura, despedir os trabalhadores de que ainda não necessite na altura, deixando em aberto a possibilidade de os voltar a contratar.

Novas apostas
A assembleia de credores viabilizou também a continuidade do negócio nos semicondutores e a entrada em novos nichos de mercados especializados, para os quais a empresa já tem acordos de princípio.
Armando Tavares, presidente da empresa, revelou que a empresa "manterá de grosso modo, a actividade centrada no negócio de semicondutores", no entanto, recusou-se a divulgar quais os parceiros com quem está a negociar devido a "regras negociais".




Submarinos comprados por Paulo Portas


Três escritórios de advogados de Lisboa estão desde esta manhã a ser alvo de buscas por investigadores do Ministério Público, no âmbito de um processo relacionado com a aquisição de dois submarinos U-214 adquiridos pelo Estado português no tempo em que Paulo Portas era Ministro da Defesa.


Os escritórios de Lisboa das sociedades de advogados Vieira de Almeida & Associados, Sérvulo & Associados e Uría Menendez estão a ser alvo de buscas. Uma notícia inicialmente avançada pela revista Sábado dava conta de que elementos do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) estariam nos dois primeiros escritórios à procura, entre outros documentos, do contrato de financiamento associado à aquisição dos submarinos ao Germain Submarine Consortium (GSC).

O Negócios confirmou, entretanto, que as diligências envolvem ainda a Uría Menendez, sociedade que, à semelhança das duas restantes, esteve envolvidas na assessoria jurídica a um dos consórcios – ou às instituições que o financiaram – que participou no concurso público para compra dos dois submarinos.
In Jornal de Negócios


Video da Comunicação do Presidente da Republica 29-09-2009


TVI e José Eduardo Moniz voltam a encontrar-se ?


Fonte: Público

Cavaco Silva quebra o silêncio?

"O Presidente da República fará hoje dia 29 de Setembro, às 20h00, uma declaração à comunicação social", refere uma nota divulgada no site da Presidência da República.
A nota não faz qualquer referência ao assunto que será objecto da declaração do Chefe de Estado, mas o que é certo é que Cavaco Silva tem sido pressionado a falar sobre o alegado "caso das escutas".

Será que tem alguma coisa para dizer depois de tanto silêncio?

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Reacção aos resultados eleitorais pelos líderes dos principais partidos











Sabe quem era o cabeça de lista do partido em que votou?

Da leitura aos resultados eleitorais no Distrito de Castelo Branco, conclui-se que estes seguiram a tendência Nacional, forte subida do CDS e do Bloco de Esquerda e ligeiras subidas do PSD e da CDU. O PS viu neste distrito a sua queda ser ainda maior que a média a nível Nacional – 14,19% dos votos, penalizando assim de forma inequívoca o abandono a que José Sócrates votou o distrito durante os quatro anos e meio de governação.

O PS foi duramente castigado por políticas, que foram contra a grande maioria da população Portuguesa, perdendo a sua preciosa maioria absoluta. O PSD com Manuela Ferreira leite à sua cabeça, não só não conseguiu resultado muito melhor que anteriormente Santana Lopes tinha conseguido, como com a sua postura perante o povo, permitiu ao eleitorado de direita de facto, que fosse votar no seu partido de origem o CDS, não julgando ser o PSD voto útil. O Bloco de esquerda conseguiu de forma demagógica (digo eu) cativar a grande fatia dos descontentes com a governação do PS na última legislatura. Relativamente à CDU, não soube ou não foi capaz de capitalizar o descontentamento geral da população e isso reflectiu-se numa votação muito próxima da de 2005, subindo somente 0.32% dos votos e alcançando mais um deputado, longe assim dos grandes vencedores das eleições, o CDS e o Bloco.

Curioso é o método de contagem de votos para a eleição de deputados (método de hondt) que permite eleger deputados, por vezes com mais ou menos 100 votos. Veja-se o caso do PSD que teve mais 6.395 votos que em 2005 e deu-lhe direito a mais 6 deputados, ao passo que a CDU crescendo 14.165 votos lhe valeu apenas mais 1 deputado.

No entanto parece-me importante referir que mais uma vez a população do Distrito não votou na eleição para deputados mas sim no seu clube preferido. Não teve em conta o valor das pessoas preferindo ir na onda e votar no partido que mais na moda estiver. Nas eleições autárquicas é comum ouvirmos dizer que os partidos não interessam mas sim as pessoas, então não percebo porque é que nestas eleições não devemos votar nos candidatos a deputados que nos parecem mais capazes de fazer chegar as reivindicações do nosso distrito junto do poder central.

Hoje gostaria que alguém fizesse uma sondagem e já depois das eleições realizadas com a seguinte pergunta; Sabe quem era o cabeça de lista do partido em que votou?



Arrisco afirmar que mais de 60% dos votantes responderiam não saber, não conhecer nem tão pouco saber o que já fizeram pelo distrito ou o que fazem. Acho isso profundamente lamentável depois de tantos anos de democracia neste País.

Destes resultados ressalta ainda que o candidato que publicamente apoiei não alcançou os objectivos a que se tinha proposto. Subiu o número de votos e respectiva percentagem em relação às últimas eleições legislativas mas muito pouco para conseguir dar voz a população do distrito no parlamento nacional. Os trabalhadores deste distrito não quiseram que aquele que nas horas amargas os tem sabido defender fosse eleito deputado.

Poderemos analisar da seguinte forma o voto dos trabalhadores. Primeiro, não queriam nem gostavam do candidato Luis Garra, o que me parece exagerado, mas pode ter acontecido. Segundo, não querem de forma nenhuma que Luis Garra abandone o trabalho que tem feito ao longo de quase uma vida em prol da sua defesa. Em conversa com alguns trabalhadores foi-me dito claramente isso. Nós gostamos muito do Luís, mas se for eleito para deputado quem é que nós temos na região para nos defender? Parece-me ter alguma consistência esta segunda tese, e a ser assim Luís Garra no rescaldo destes resultados deverá ficar orgulhoso por saber que os trabalhadores o querem junto deles?






Resultados Eleitorais Legislativas 2009 na COVA DA BEIRA


Comparativo Legislativas 2005/2009 no Distrito de Castelo Branco


Resultados Eleitorais Legislativas Distrito de Castelo Branco


Comparativo Legislativas 2005 / 2009


Resultados Eleitorais Legislativas 2009


quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Ainda a tentativa de agressão de Carlos Martins a candidato da CDU


À Comunicação Social


Nota de Imprensa: “ADJUNTO DO PRIMEIRO-MINISTRO EXIBE DOCUMENTOS E INFORMAÇÕES CONFIDENCIAIS CONTRA CANDIDATO DO PSD A JUNTA DE FREGUESIA DA CONCEIÇÃO (COVILHÃ), OBTIDOS NO GABINETE DE S. BENTO E INJURIA E AMEAÇA A INTEGRIDADE FÍSICA DO CANDIDATO DA CDU ÀQUELA FREGUESIA”

O candidato do Partido Socialista à Junta de Freguesia da Conceição (Covilhã), Carlos Martins, Adjunto do Primeiro-Ministro, protagonizou no passado dia 21, no decorrer de debate promovido pela Rádio Cova da Beira (Fundão), uma cena de violência, injuriando e ameaçando a integridade física do candidato da CDU depois de, durante o mesmo debate, ter exibido documentos de carácter pessoal do candidato do PSD.

O referido candidato Adjunto do Primeiro-Ministro, que se fez acompanhar de vários apoiantes, manteve antes, durante e depois do debate, uma postura que em nada dignifica a democracia, os seus fundamentos e regras e, acima de tudo, não dignifica os lugares que ocupa, em acumulação, de Presidente de Junta de Freguesia e Adjunto do Primeiro-Ministro.

Não se compreende que alguém há quatro anos no gabinete do Primeiro-Ministro quisesse transformar um debate de ideias para o futuro num mero chorrilho de ataques pessoais e violência contra os seus adversários que, civilizadamente, procuravam a discussão democrática.

Questionamo-nos mesmo sobre a origem das informações e documentos que o referido Adjunto usou e propalou sobre o candidato do PSD, Professor Eduardo Cavaco, que só podem provir do acesso a fontes de informação, reservadas ao Gabinete de S. Bento.

Não queremos acreditar que todas estas informações de cariz pessoal e confidencial, tenham sido obtidas com recurso a meios menos lícitos e/ou à posição que o Adjunto do PM, detém no apoio a um órgão da República.

O PSD fará chegar, ao Senhor Procurador da República, a respectiva participação dos factos em apreço.

Comissão Política de Secção / Covilhã


O 1º Acidente na Ponte da Carpinteira


Na semana passada um morador dos Penedos Altos, com cerca de 50 anos e com deficiências a nível motor e mental, caiu do passeio que ladeia a nova Ponte da Carpinteira.

Os muros de protecção quase inexistentes devido à subida da estrada, (que embora antes também fossem baixos) com algumas zonas sem nunca ter muro (é bom salientar), podem ter sido a causa, e ao que apuramos desequilibrou-se junto ao acesso da ponte, vindo a cair ribanceira abaixo, parando nas grades, onde estão guardadas as botijas de gás do Pinho.

Após o acidente e levado para o hospital com um traumatismo na cabeça, enviaram-no para casa. Chegado a casa e após estar várias horas em sofrimento e dores enormes, deslocou-se novamente ao Hospital da Covilhã onde foi enviado de urgência para o Hospital de Coimbra, onde permanece. (Só mesmo no Pêro da Covilhã)

Parece-nos que os muros não são o suficiente seguros, apesar de lá estarem há anos, e nunca se ter verificado qualquer acidente (ao que me lembre) por isso na minha opinião a causa/efeito da Ponte não estará talvez relacionada com o acidente, mas sim talvez o facto de a zona ter mais tráfego de pessoas.

Também já se verificou jovens inconscientes (eu diria maluquinhos da cabeça), andarem de pé sobre o "muro" da Ponte, ao que parece em apostas, a altas horas da madrugada, até jovens com motos já se viu na Ponte da Carpinteira.

Parece-nos óbvio que carece de alguma medida todos esta actos, passando porque não por videovigilância, que foi falada aquando dos estragos verificados no Elevador de S.André, e nunca se chegou a colocar. Não percebo o facto de ter uma obra daquelas e fecha-la às 9 da noite...por esta lógica a Ponte da Carpinteira também deveria ter horário de abertura e encerramento, não!!!

Mais uma corrida mais uma viagem !

Mais uma sondagem. Esta feita com simulação de voto em urna.
Não se deixe influenciar por sondagens, vote em consciência.


Jornal o Público