sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Mais uma Sondagem


18-09-2009 - da SIC
O Povo ainda tem tempo de contrariar esta sondagem pois na amostragem diz-se que 15% podem mudar a intenção de voto

Novo Plano de Ordenamento em vigor na Serra da Estrela

O novo Plano de Ordenamento do Parque Natural da Serra de Estrela (PNSE) está em vigor desde o passado dia 9, data da sua publicação em “Diário da República”.

De acordo com o Governo, o documento, que abrange a totalidade do concelho de Manteigas e parte dos concelhos de Celorico da Beira, Covilhã, Gouveia, Guarda e Seia, destina-se «a garantir a conservação da natureza e da biodiversidade, a manutenção e valorização da paisagem, a melhoria da qualidade de vida e o desenvolvimento económico das populações locais».

O seus objectivos fundamentais são, entre outros, promover a conservação dos valores naturais da Serra da Estrela e o desenvolvimento rural, enquadrando as actividades humanas «através de uma gestão racional dos recursos naturais, tendo em vista o desenvolvimento sustentável». Recorde-se que o Plano inicial, em discussão pública até Outubro de 2008, proíbe toda e qualquer construção em mais de 24 por cento da área do PNSE por causa dos recursos biológicos e geológicos únicos no mundo referenciados nas duas áreas de protecção especial definidas na proposta de Plano de Ordenamento (PO). Isso só será possível abaixo dos 1.800 metros de altitude, mas nos núcleos urbanos já existentes ou na sua periferia, situados maioritariamente nas outras duas áreas de protecção (especial de tipo 3 e complementar), onde já reside a grande maioria da população serrana. O objectivo é reduzir ao mínimo possível a permanência humana em zonas de reserva biogenética e classificadas como Rede Natura para não comprometer a qualidade ambiental deste território.

Já a problemática questão do eventual alargamento dos perímetros urbanos das 79 freguesias incluídas no parque natural ficou resolvida a favor dos autarcas. É que a proposta do Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB) remetia a sua alteração para o âmbito da revisão dos respectivos Planos Directores Municipais (PDM), uma vez que o PO «não é de natureza urbanística». Mesmo assim, o documento não foi consensual entre os autarcas dos seis municípios que integram um dos parques naturais mais antigos do país. Na altura, as Câmaras da Covilhã, Gouveia e Seia manifestaram divergências, resta saber se foram aceites pelo ICNB e incluídas na versão final do documento, que aguarda publicação em “Diário da República”.

Quatro níveis de protecção

A área de protecção especial de tipo 1, a mais restritiva, ocupa 5.935 hectares (6,7 por cento da área total do parque) e equivale à zona A da Reserva Biogenética do Planalto Superior. Ali encontram-se os «espaços onde predominam sistemas e valores naturais de interesse excepcional, incluindo formações geológicas e paisagísticas com elevado grau de naturalidade, e que apresentam no seu conjunto um carácter de elevada sensibilidade ecológica», refere o Plano de Ordenamento.

Na área de protecção especial de tipo 2 (15.478 hectares) fica a zona B da Reserva Biogenética do Planalto Superior e outras áreas de elevado valor biológico, como a Serra de Baixo, Piornos, Serra da Alvoaça, mata de Casal do Rei, Santinha e Belarteiro. No nível 3 (24.694 hectares), que serve de tampão entre a zona de maior valor ambiental e paisagístico do maciço central, estão incluídos sítios como o planalto de Videmonte, o Corredor de Mouros, o Souto do Concelho, o Espinhaço do Cão, o Vale de Loriga, a encosta de S. Bento, Santo Estêvão, a cumeada da Santinha e o Souto de Famalicão. Finalmente, na área de tipo 4 – o nível mais baixo de protecção – estão localizados os principais núcleos urbanos do parque e terrenos com vocação agrícola.

In Jornal o Interior

Gatos Fedorentos - Entrevista a Francisco Louça


quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Entrevista de Luís Garra ao Jornal do Fundão

“Não estamos condenados a este bailinho PS-PSD”
 
Luís Garra volta, dez anos depois, a dar a cara pela CDU como cabeça de lista pelo círculo eleitoral de Castelo Branco, distrito que há muito se habituou a vê-lo em acção, encabeçando acções contra o encerramento de unidades fabris e despedimento de trabalhadores. O coordenador da União de Sindicatos de Castelo Branco e candidato a deputado em grande entrevista
JORNAL DO FUNDÃO – O PCP sozinho ou liderando as coligações APU e CDU, nunca conseguiu eleger um deputado pelo círculo eleitoral de Castelo Branco. O que pensa que poderá vir a ser diferente este ano para que possa assegurar a eleição?
LUÍS GARRA – Disse, e disse bem, que a CDU nunca elegeu um deputado e convém recordar que já esteve a 79 votos de eleger um deputado pelo distrito de Castelo Branco. E há, neste momento, elementos que introduzem factores de confiança que creio que importará serem aqui realçados. Desde logo, o facto de eu ter mais dez anos em relação à última vez em que fui candidato. Tenho mais experiência, mais conhecimento da realidade...
E é mais popular?
Não é nesse sentido que me coloco...
Visibilidade?
Nem é uma questão de visibilidade. Sinto-me melhor preparado para exercer essa função e creio que o eleitorado também percebe isso. Depois há outro elemento: os eleitos da CDU, e particularmente eu, estamos cá todos os dias, damos a cara nos bons e nos maus momentos das pessoas. Estamos cá e as pessoas sabem que podem contar connosco, que podem falar connosco, fazerem-nos perguntas e sabem que têm uma resposta. Pode não ser a melhor resposta, mas têm-na, não há um virar de costas às populações. Depois, há um quadro que é extremamente claro: o PS apresenta um não-candidato porque ele já foi eleito várias vezes deputado pelo distrito e José Sócrates abandonou o distrito, lançou-o na desertificação, no abandono, no envelhecimento e as pessoas sabem que não é pelo facto de terem um Primeiro-Ministro, que até é da Covilhã, que o distrito melhorou, que as condições de vida das populações melhoraram.
Em relação a outros candidatos...
Por outro lado, o PSD apresenta um candidato que não é do distrito, não conhece o distrito, não sabe o que é o distrito, não sente o distrito. É um pará-quedista que não é candidato para resolver os problemas das pessoas. É candidato para seguir a estratégia da líder que o nomeou. E depois temos outros candidatos. Aqui há dias uma pessoa com quem falava disse-me: “Eu gosto muito do Louçã”. E eu perguntei-lhe: “Mas você sabe quem é o candidato do Bloco de Esquerda por Castelo Branco?” “É o Francisco Louçã”. Não é. O Francisco Louçã é candidato por Lisboa, os votos das pessoas do distrito de Castelo Branco não contam para eleger Francisco Louçã. Mas quando pergunto se sabem qual é o candidato do BE, não sabem.
Mas não acha que essa é uma visão generalizada?
Mas o que estou a tentar dizer é, primeiro, não estamos a fazer eleições para Primeiro-Ministro, estamos a eleger deputados. Serão eles, depois que irão eleger o programa de governo, o governo e o seu Primeiro-Ministro. Vão eleger deputados do distrito de Castelo Branco.
A ideia da necessidade de uma ruptura com as políticas protagonizadas pelos partidos no poder nos últimos 30 anos não tem passado. E a prova é que a CDU não tem conseguido chegar aoParlamento por Castelo Branco. Não lhe parece que era preciso incluir algum dado novo, algo mais, para que pudesse ter lugar na Assembleia da República (AR)?
Entendo das suas palavras uma coisa muito positiva: o sentimento de que era importante que eu fosse eleito. Repare que ouço isso em muitos lados por onde passo. Não há proprietários de votos. O PS e o PSD têm uma concepção de que isto se vai decidir a dois, o povo é um povo amorfo, o povo não tem forma de pensar, aquilo que importa é esta bipolarização, a alternância entre PS e PSD e PSD e PS, em que sai um e entra o outro. A questão de fundo é as pessoas perceberem que não estamos condenados a esta alternância e a este bailinho que, no fundo, não resolve os problemas. Diz-me que a mensagem não passa, mas estamos a fazer um esforço para que passe. Agora, é evidente que os meios são desproporcionados.
Para chegar à AR, ainda para mais por um distrito que elege apenas quatro deputados, precisa crescer eleitoralmente – e muito. Onde é que pensa ir buscar os votos? Há uma luta muito particular entre a CDU e o BE pelos votos do eleitorado descontente à esquerda do PS?
Não. Repare, quem está preocupado com o BE é mais o PS do que propriamente a CDU. Nas últimas eleições para o Parlamento Europeu (PE), como sabe, a CDU cresceu. No distrito de Castelo Branco teve mais votos para o PE do que tinha tido há quatro anos para a AR. Não é apenas um crescimento percentual, é também um crescimento em número de votos.
Mas o BE também subiu...
Mas depois quem é que perde muitos votos? É o PS, em que uma parte deles vai para a abstenção – estamos a falar do PE –, outra parte terá vindo para o PCP, porque senão não cresceria, e uma parte foi para o BE. Nós não temos qualquer concorrência com o BE por uma razão muito simples: não está em causa se o BE é ou não de esquerda. Essa questão não se discute hoje. O problema é se é a força consequente que o PCP é. E a esse nível pensamos que não é. Que não é o facto de introduzir nuances novas no discurso que introduz consistência ideológica num projecto. É uma amálgama de ideias e depois tem esta função, de facto, que não é de tirar votos ao PCP – é de impedir que o PCP cresça mais. E aí creio que isso é prejudicial para a alternativa.
Acha que o BE é mais eficaz a captar votos de descontentes com o PS do que a CDU?
O voto na CDU é um voto difícil...
...ainda há um ressentimento histórico entre o PCP e o PS?
Eu li a entrevista do cabeça-de-lista do BE ao Jornal do Fundão e à Rádio Jornal do Fundão e há uma coisa que muito sinceramente não gostei. O Louçã, de certeza absoluta, não se revê naquele tipo de afirmação porque é mentirosa. E é feio um professor mentir porque dá mau exemplo aos alunos. Dizer que não há diálogo à esquerda porque o PCP não quer é uma falácia. Aliás, quem assistiu ao debate entre Jerónimo de Sousa e Francisco Louçã facilmente percebeu que há ali um esforço consistente de procurar aquilo que é comum e deixar de lado aquilo que os separa. E, portanto, acho que foi de mau tom, foi grosseiro, até, ter introduzido um elemento que, ainda por cima, não é rigoroso, não é verdadeiro, é mentiroso. Nunca houve recusa nenhuma do PCP ao diálogo com o BE e se até quisermos fazer uma retrospectiva histórica e breve verificaremos que quem teve um processo de exclusão do PCP no chamado diálogo das esquerdas foi o BE que organizou aqueles encontros do Trindade, etc., excluindo o PCP. Mas isso serve de ressentimento? Não serve absolutamente nada.
Qual é a primeira medida que urge implementar no distrito, nomeadamente no sector do emprego?
Todas. Não há uma medida. Repare, isolar, neste momento, as políticas é o pior erro que pode acontecer. As medidas do emprego têm que estar articuladas com as políticas económicas, com as políticas do desenvolvimento. Têm que estar simultaneamente articuladas com políticas de valorização do trabalho e, depois, têm que ter uma dimensão social, onde os aspectos da educação, do ensino, da saúde, da segurança social, da justiça estejam perfeitamente interligadas. Tem que estar interligadas, também, com a garantia dos direitos dos cidadãos. Perguntar-me-á para o plano do emprego, que políticas económicas activas? Que se privilegie o aparelho produtivo. Esta é a questão central do desenvolvimento.
E como é que isso se alcança?
Com investimento...
... com investimento, com redução de impostos, com políticas diferenciadas?
O mais fácil neste quadro é propor o abaixamento de impostos. O PS propôs há quatro anos baixar os impostos e quando lá chegou aumentou-os. O problema, mais do que estar aqui a decidir – até porque essa não é uma questão que o deputado do distrito de Castelo Branco tenha que decidir – tem que haver discriminação positiva do interior, tem que haver uma política de solidariedade do todo nacional para com o interior, onde se inclui o distrito de Castelo Branco. Isso sim. Se é através da redução de impostos, se é através da redução da taxa do IVA para as micro, pequenas e médias empresas, para os agricultores, por exemplo... são tudo medidas que podem e devem ser articuladas. Agora o problema do emprego tem a ver com esta orientação central: aparelho produtivo. Não é preciso mais dinheiro, mas basta que haja uma reorientação dos investimentos. Aquilo que se está a fazer com os apoios cegos ao sector financeiro, aquilo que se está a perder com as offshores é um escândalo. Era suficiente para canalizar investimentos dirigidos ao interior e ao aparelho produtivo. Tem que haver opções políticas. Estamos cá para servir quem? Os mais desfavorecidos, os que mais precisam ou os grandes senhores do capital, os que mandam em tudo?
É sindicalista e disso não nos podemos abstrair. Qual é a sua previsão do desemprego que podemos ter no distrito no final do ano?
Gostaria de ser um anunciador de boas notícias, mas quero-lhe dizer, infelizmente, que temo que se vá agravar mais o desemprego, que haja situações ainda muito complicadas.
Nesta altura serão dez mil os desempregados?
Com todos os abatimentos, com todas as falsificações de números, manipulações de números, não conseguem fugir dessa referência. E, muito sinceramente, creio que ainda há alguns factores de preocupação quanto ao seu agravamento. Tenho vivido situações que, reconhecerão, são muito penalizadoras para nós próprios. Eu vejo pessoas a chorar e choram porque querem defender as empresas, não conseguem viver porque não têm salário; têm que comprar os livros para os filhos, porque têm que pagar a casa, o carro. São situações que me deixam profundamente abalado e triste.

Nuno Francisco e Dulce Gabriel


Gatos Fedorentos - Entrevista a Paulo Portas

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Gatos Fedorentos - Entrevista a Manuela Ferreira Leite

Gatos Fedorentos - Entrevista a José Socrates

A desfaçatez a desvergonha o dilate de Carlos Pinto

Ainda esta semana vai a meio e já fui bombardeado por duas vezes com panfletos publicitários do candidato do Partido da Covilhã (leia-se PSD).
O primeiro foi emitido pelo candidato Carlos Pinto em papel timbrado da Câmara Municipal para anunciar uma obra reclamada pelos moradores da freguesia de Boidobra há já cerca de oito anos, pela voz e escrita do seu Presidente de Junta. O requinte da carta leva a que, incluso faça chegar a planta onde a obra se vai realizar. Confesso que quando recebi o dito cujo, a única coisa que me lembrou foi de fazer as contas de quanto teria custado aos munícipes este panfleto de campanha eleitoral do PSD e cheguei ao valor de mais ou menos 2.500.00 €, isto se foram impressos tantos panfletos quantos os fogos existentes na freguesia. Que falta esse dinheiro faria para pagar a fornecedores com facturas em atraso. Mas mais grave é o município gastar este dinheiro para fazer campanha partidária o que chega a ser obsceno.
Mas hoje a saga continuou, e para meu espanto, recebi na caixa de correio, não 1 ou dois mas sim 3 papelinhos do mesmo candidato. Um faz anunciar que o candidato estará amanhã no largo da igreja o que me parece perfeitamente normal. O que de anormal tem o papelucho é dizer isto “Assinatura de compromisso eleitoral com o cabeça de lista do PSD à Assembleia de Freguesia e Associações da Freguesia da Boidobra” mas mais, “assinatura de contrato eleitoral entre Carlos Pinto, candidato à Câmara da Covilhã e o cabeça de lista do PSD à Assembleia de Freguesia”. Então é assim: Se o Partido da Covilhã ou PSD (ninguém entende a trapalhada) ganhar as eleições na Freguesia da Boidobra vai haver obra senão que se danem. Chama-se a isto, chantagem, Sr. Carlos Pinto. Lembro que já nas eleições anteriores o mesmo figurante fez a mesmíssima coisa e isso leva-me ao segundo papelinho, (programa eleitoral do mesmo partido) que diz;
Titulo: Compromisso conjunto Câmara/Freguesia da Boidobra. Logo o título contém um grande e grave equivoco Sr. Carlos, então se é um compromisso entre as duas autarquias não o deviam assinar, ou melhor, já ter assinado com o actual Presidente de Junta?
Senão vejamos o rol de obras exigidas pela freguesia na pessoa do Sr. Prof. José Pinto que tanto tem feito por esta população desde 1989 e que este Presidente de Câmara teimosamente e de forma sectária tem recusado pela simples razão de esta freguesia ser a única do concelho da Covilhã governada por gentes ligadas, ou simpatizantes da CDU. Esta é a freguesia considerada modelo, mas que se afigura como uma espinha na garganta do candidato daquela coisa que eu não sei bem o que é. Ai vai o rol de pedidos feitos que receberam um não por parte do Sr. E agora contempla no seu programa.
1. Construção de variante à Boidobra;
2. Construção do Pavilhão Desportivo;
3. Construção do Relvado sintético, no Bairro da Alâmpada;
4. Requalificação dos arruamentos e iluminação pública no centro histórico;
5. Aquisição e reconversão de imóveis degradados no centro histórico;
6. Construção da Sede da Junta de Freguesia;
7. Alargamento da estrada de acesso ao CCD – Estrela do Zêzere;
8. Construção de passagem de nível desnivelada;
9. Construção do parque infantil da Quinta Branca.
O Programa inclui ainda mais quatro larachas de verbo político para não cumprir e que me abstenho de transcrever.
A isto digo: Sr. Carlos veja se tem vergonha na cara, pois é feio enganar as populações.
 
Terceiro e último papelucho desta vez com o nome de Jornal de candidatura. Retirei algumas passagens que me parecem interessantes começando desde logo pelo curriculum vitae do candidato que felizmente não se auto intitulou de Dr. ou Eng., mas que mesmo assim fez questão de dizer que é diplomado em qualquer coisa. Ignorou desde logo, talvez de propósito quem sabe, a sua passagem como deputado municipal nos anos idos de 1979, em que algumas vezes fora mandado calar pelos próprios pares de partido porque o homem nessa altura tinha enormes dificuldades em articular uma frase completa. Talvez por isso mesmo, hoje trate este órgão autárquico com o desdém, arrogância e prepotência que se conhece.
Nas páginas centrais afirma; “A Covilhã não é propriedade de nenhum partido político”. Tem toda a razão Sr. Carlos. Mas o Sr. engana a população covilhanense ao afirmar que se candidata pelo Partido da Covilhã, (última página do panfleto) quando na verdade, verdadinha, candidata-se pelo PSD, não se coibindo de criticar os outros candidatos, afirmando que estão reféns de partidos políticos.
Mais uma vez Sr. Carlos, tenha vergonha na cara.
A provar mais uma vez o que afirmo é o facto de na última página regozijar-se pelo facto do PSD apresentar listas às 31 freguesias do concelho da Covilhã. Mas é PSD ou Partido da Covilhã? No que ficamos afinal?
Mais uma vez Sr. Carlos, tenha vergonha na cara.
Uma última nota para dar conta que, e também na última página afirma que iniciou o porta a porta ao encontro dos Covilhanenses para com humildade pedir o seu voto. NÃO RESISTI E DEI UMA IMENSA GARGALHADA. Humildade????????
Mais uma vez Sr. Carlos, tenha vergonha na cara.
Nota: Não coloco fotos do candidato porque não quero ser conotado como seu apoiante. Chiça!

O que uma Campanha Eleitoral pode fazer

O Governo decidiu reforçar com mais 600 milhões de euros a Linha de Crédito PME Invest IV, passando agora as empresas a ter mil milhões de euros à disposição.
A linha, lançada há cerca de três meses, "destina-se a facilitar o acesso ao crédito das micro e pequenas empresas do sector exportador", salienta o Ministério da Economia e da Inovação, em comunicado.
 
O Ministério liderado por Fernando Teixeira dos Santos argumenta que esta decisão "visa atender à ampla procura deste instrumento por aqueles segmentos de empresas, consolidando e reforçando a sua competitividade num momento em que a economia dá sinais de alguma recuperação".
 
A linha PME Invest IV, quando é utilizada pelo sector exportador, beneficia de uma garantia de 50 por cento, assegurada pelo Sistema Nacional de Garantia Mútua, e aumenta para 75 por cento no caso das Micro e Pequenas Empresas. "Em ambos os casos beneficiam de uma ampla bonificação da taxa de juro", vinca o Ministério da Economia e da Inovação.
 
No total das linhas de crédito PME Invest, criadas para ajudar as empresas a superarem a falta de liquidez resultante da crise económica, "foram aprovadas mais de 42 mil operações num montante superior a quatro mil milhões de euros, beneficiando empresas responsáveis por mais de quinhentos mil postos de trabalho", conclui o Executivo.
 
Lusa

António Preto acusado de comprar votos a 25 euros no PSD

Aqui está o rigor a seriedade a postura e a verdade!

16.09.2009 - 20h00 PÚBLICO


Os deputados social-democratas António Preto e Helena Lopes da Costa surgem implicados num processo que envolve a compra de votos no seio do PSD. Segundo a revista Sábado, nas disputas internas havidas nos últimos anos no partido laranja houve quem comprasse votos a militantes angariados em bairros sociais.
 
Segundo as denúncias feitas àquela revista por militantes e ex-militantes do PSD, nas eleições para a direcção nacional e para a distrital de Lisboa houve quem comprasse votos por 25 e 30 euros para melhorar o resultado eleitoral de um determinado candidato.
 
As fontes ouvidas pela Sábado acusam os deputados António Preto e Helena Lopes da Costa de terem dado cobertura a estas práticas, quando tiveram poder ou influência na distrital de Lisboa. Refira-se que ambos entraram nas listas do PSD na quota de Manuela Ferreira Leite, sob fortes críticas por estarem implicados em processos judiciais.Os visados desmentem os factos à Sábado.
 
A Sábado lembra que as principais secções do PSD na distrital de Lisboa duplicaram de militantes com quotas pagas entre 2002 e 2008. A secção “E” terá sextuplicado os filiados e, ainda segundo a revista, uma das estratégias de angariação de inscritos no PSD passa pela contratação de avençados em juntas de freguesia que, para manterem os empregos, têm de garantir a manutenção do poder ao presidente da sua secção. Como? Angariando militantes que votarão em quem lhes indicarem.
 
Notícia actualizada às 20h47 de 16-09-2009
Confrontada pela Sábado, Manuela Ferreira Leite recusou comentários.

EU FUI

Os partidos chamados mais pequenos queixaram-se na passada segunda-feira dia 14 de Setembro, no programa Prós e Contras da RTP, que estão a ser descriminados pela comunicação social, não dando cobertura aos seus programas e às suas iniciativas.
Têm de facto muita, senão mesmo, TODA A RAZÃO. Num País dito democrático a comunicação social, quer nacional, quer regional, quer a escrita que a falada e sobretudo as televisões, tudo fazem para calar a voz das minorias, defendendo assim o actual status.
A isso chamo simplesmente, favorecimento do poder.
Lembrei-me de escrever estas palavras pelo facto de no passado domingo dia 13 de Setembro a CDU ter realizado uma sessão (almoço) de lançamento de Campanha Eleitoral no pavilhão da ANIL na Covilhã, e mesmo após terem sido convidados a comparecer, nenhum órgão de comunicação social da região se dignou marcar presença para fazer a cobertura do evento.
Ainda esperei por segunda e terça-feira para ver se alguns dos jornais regionais fazia eco da iniciativa que contou com a presença de muitas centenas de pessoas e de todos os candidatos da CDU, quer às eleições Legislativas de 27 de Setembro, quer às Eleições Autárquicas de 11 de Outubro pelo Distrito de Castelo Branco, mas nada, absolutamente nada. Esta é forma simpática que a comunicação regional encontrou para fazer favores ao poder instalado, ignorando por completo as iniciativas da CDU.
Evidentemente que esta iniciativa, não teve a multidão que antes o Partido da Covilhã tinha tido no mesmo local, mas, também é verdade que nesta iniciativa os apoiantes da CDU tiveram de pagar o respectivo almoço e o transporte para se deslocarem até ao local. Na CDU não se pagam autocarros e almoços para arrastar multidões, por uma questão de princípio e porque não existe a abundância que outros demonstram ter.
Luís Garra a Discursar Ladeado por outros Candidatos
Mas o importante da iniciativa foi a mensagem deixada pelos oradores principalmente o discurso do 1º candidato a deputado da CDU pelo nosso distrito LUÍS GARRA.
Luís Garra mostrou estar à altura dos acontecimentos, fazendo um discurso de cerca de meia hora com muito improviso, cheio de força, enorme vitalidade, muita garra fazendo jus ao seu nome, vontade de vencer, e sobretudo, mostrou ser um conhecedor profundo do distrito pelo qual se candidata ao contrário de outros que terão enorme dificuldade em saber os nomes dos concelhos que compõem o distrito de Castelo Branco, como será o caso do candidato pára-quedista do PSD.
Luís Garra voltou a desafiar, e disse pela última vez, o candidato do PS (José Sócrates) a debater com ele e com os restantes candidatos os problemas que mais afligem as populações do distrito. “Senão aceitar, então demonstra ter medo da discussão”.
Pela primeira vez, falou do candidato do BE, criticando a atitude demonstrada num entrevista dada recentemente ao Jornal do Fundão em que afirmara que o grande objectivo do BE era ser a 3ª força política no distrito, abdicando da eleição portanto. Assim se confirma que a candidatura do BE no distrito é uma candidatura de divisão da esquerda, tendo como único objectivo evitar o crescimento de uma força que tinha e tem, como verdadeiro objectivo a eleição de um deputado à Assembleia da República para assim melhor poder representar os trabalhadores junto do poder central.
Aliás este candidato com mais de 60 anos de idade, nunca fez nada a favor do distrito e que pelo simples facto de se candidatar também não acrescenta nada de positivo. Talvez a sede de protagonismo o levasse a candidatar-se o que se lamenta.
Afirmou ainda aos presentes que em todo o Distrito se perguntarem quem é o candidato da CDU, toda a gente responderá Luís Garra, ao passo que outros candidatos passam despercebidos no anonimato do partido pelo qual se candidata.
Numa alusão clara ao primeiro-ministro que recentemente encheu a boca com o fim da crise, Luís Garra afirmou de improviso, não ser verdade ao exemplificar com clareza e sem ambiguidades, as enormes dificuldades porque passam as populações em geral, nomeadamente os desempregados, as pequenas e médias empresas, (moda de verão do PS+PSD+CDS) a quem lhes é negado o acesso ao crédito bancário, os pequenos agricultores que se vêm na contingência de abandonar as suas pequenas plantações por falta de apoios governamentais em suma em quase todos os sectores de actividade Nacional.
Tinha poucas ou nenhumas dúvidas em relação ao meu voto em 27 de Setembro, mas ao ouvir Luís Garra fiquei com uma certeza, o voto útil no Distrito de Castelo Branco é o VOTO NA CDU.

Ausência

Caros Amigos,
Por motivos profissionais só hoje me é possivel voltar ao vosso, nosso convivio. Aqueles que se habituaram a diáriamente dar aqui um saltinho o meu pedido de desculpas.

sábado, 12 de setembro de 2009

Empate técnico (só se for no nariz)

Copyright: HenriCartoon

TVI: Júlio Magalhães já formou equipa

O novo director de informação da TVI, Júlio Magalhães escolheu para a sua equipa jornalistas da estação e um do grupo, Luís Sobral, fundador do site desportivo Mais Futebol.
Júlio Magalhães que coordenava até agora a Delegação do Porto da estação, escolheu Mário Moura, da direcção demissionária, para director-adjunto de informação, Luís Sobral, director do site Mais Futebol (também da Media Capital, empresa detentora da TVI) e editor de desporto da TVI, e José Carlos Castro, pivot da estação, para os cargos de subdirectores de informação
O novo director de informação da TVI optou por manter António Prata como chefe de redacção da estação e nomear o pivot Pedro Pinto e a editora de Política Constança Cunha e Sá para o cargo de editores principais.
Manuela Moura Guedes, cujo afastamento do Jornal Nacional de 6.ª Feira pela administração levou à demissão em bloco da Direcção de Informação de que era subdirectora, continuará na redacção como jornalista. Já João Maia Abreu, anterior director de Informação, mantêm-se como director da TVI 24.
Em declarações à agência Lusa, Júlio Magalhães, afirmou que a sua principal tarefa será «pacificar a redacção» e recuperar os níveis de credibilidade e confiança que poderão ter sido perdidos nos últimos dias.
Questionado sobre a polémica em torno da suspensão do Jornal de Sexta, Júlio Magalhães afirmou que «não há novidades: a decisão de suspensão foi da administração e assim vai continuar».

(c) PNN Portuguese News Network